
Simone, de 38 anos, busca ajuda para dar segurança e alimentação aos quatro filhos, incluindo Bela, de 5 anos
Ela fugiu para sobreviver. E, mesmo assim, precisou fugir de novo.
Aos 38 anos, Simone carrega uma história marcada por violência, mas também por resistência.
Mãe de quatro filhos: Sandro (13), Fabrício (10), Paula (9) e Bela (5), Simone vive hoje tentando reconstruir a própria vida.
Durante anos, enfrentou agressões dentro de casa. Chegou a passar fome com os filhos.
E viveu um episódio extremo: teve o próprio dedo cortado pelo companheiro enquanto estava grávida.
Foi nesse momento que decidiu fugir. Para salvar a si mesma e às crianças.

Depois de escapar, Simone tentou recomeçar. Com esforço, construiu a casa simples onde vive hoje.
E acreditou que poderia ter uma vida diferente. Mas a história se repetiu.
No novo relacionamento, voltou a enfrentar agressões. O companheiro, dependente de álcool, passou a ameaçar a família.
Chegou a tentar colocar fogo na casa. Hoje, Simone está em processo de separação. Mais uma vez, tentando proteger os filhos.
Bela, a filha mais nova, de apenas 5 anos, foi questionada sobre o que não poderia faltar em uma nova casa.
A resposta veio na hora:
“Comida… macarrão”.
Sem brinquedos, sem luxo, só comida.
Para ajudar Simone e os filhos, foi criada uma Vakinha com o objetivo de garantir o básico: alimentação, segurança e condições para um novo começo.
A meta da campanha é de R$ 25.000. Até agora, foram arrecadados R$ 50.
O valor ainda está no início, mas é essencial para que a família consiga sair desse ciclo de violência e reconstruir a vida com dignidade.
Cada ajuda agora representa um passo para garantir que não falte o básico dentro de casa.
A Vakinha foi criada para garantir que Simone consiga oferecer alimentação e um ambiente seguro para seus filhos.
É possível doar valores a partir de R$25 pela plataforma, utilizando cartão de crédito ou outras formas disponíveis.
Cada contribuição ajuda a colocar comida na mesa e dar mais segurança para a família.
Além disso, compartilhar a campanha também é uma forma importante de ajudar, ampliando o alcance e aumentando as chances de que mais pessoas conheçam essa história.
Porque, neste momento, o que Simone precisa não é apenas continuar resistindo.
É conseguir garantir o básico para que seus filhos possam viver sem medo e sem fome.