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Histórias

Bebê com doença genética rara depende de pesquisa para ter chance de tratamento

24 abr 2026
3 min
Equipe Vakinha
Giulia
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Giulia tem apenas 23 meses.

Ela sorri, reconhece as vozes dos pais e reage ao mundo ao seu redor.

Mas, desde muito cedo, a família recebeu um diagnóstico que mudou tudo.

Giulia nasceu com uma doença genética rara chamada Síndrome de Pallister-Killian (PKS).

Uma condição extremamente rara, com pouquíssimos casos diagnosticados no mundo, que afeta o desenvolvimento da criança — fala, movimento e interação.

Cada pequeno avanço é uma conquista

Hoje, tarefas simples podem se tornar grandes desafios.

Sustentar a cabeça.

Explorar o ambiente.

Evoluir no próprio ritmo.

Cada progresso é celebrado como uma vitória.

Mesmo diante das dificuldades, Giulia segue demonstrando força todos os dias.

Giulia tem uma doença rara

Hoje não existe tratamento, mas existe um caminho

Atualmente, não há tratamento para a síndrome.

Mas existe uma possibilidade concreta de mudar esse cenário.

Os pais de Giulia estão tentando viabilizar uma pesquisa científica em parceria com o Dr. Alysson Muotri, cientista brasileiro e referência mundial em doenças neurológicas raras, na Universidade da Califórnia em San Diego.

O estudo já tem base científica e pode avançar.

O que falta, neste momento, é financiamento.

Pesquisa pode abrir caminho para tratamento inédito

Com os recursos necessários, a pesquisa pode começar.

E não apenas ajudar Giulia.

Mas também abrir possibilidades para outras crianças diagnosticadas com a mesma condição ao redor do mundo.

Sem esse apoio, o projeto segue parado.

E o tempo, nesse caso, faz toda a diferença.

Vakinha busca viabilizar estudo científico

Atualmente vivendo na França, a família — cuja mãe é de Curitiba (PR) — conta com o apoio do parceiro Erick Silva, que criou uma Vakinha para arrecadar os recursos necessários e tirar a pesquisa do papel.

A meta da campanha é de R$ 3.000.000.

O valor é alto porque envolve o financiamento de uma pesquisa científica completa, com estrutura laboratorial, equipe especializada e desenvolvimento de estudos voltados para uma doença extremamente rara.

Até o momento, a campanha ainda não recebeu doações.

Por isso, o apoio inicial é fundamental para que o projeto possa começar a sair do papel.

Como ajudar Giulia

A Vakinha foi criada para dar início a essa pesquisa e abrir uma possibilidade real de tratamento.

Cada contribuição, independentemente do valor, ajuda a dar os primeiros passos para que o estudo aconteça.

Além disso, compartilhar a campanha é essencial para ampliar o alcance e conectar a história da Giulia a mais pessoas.

Porque, neste momento, o maior desafio não é apenas continuar.

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