
Samuel enfrenta um câncer raro na cabeça, e pais precisam de ajuda para manter tratamento longe de casa.
“Leve seu filho para casa. Ele vai morrer.”
Foi o que um médico disse para Maria, mãe do Samuel, de apenas 6 anos.
Uma frase que ninguém está preparado para ouvir.
Mas que mudou tudo.
Samuel foi diagnosticado com um câncer raro chamado cordoma de clivus.
Um tumor que cresce na base do crânio e que, no caso dele, já pressiona o cérebro.
As consequências são graves: convulsões, dor e risco constante.
Diante disso, Maria e o marido tomaram uma decisão difícil. Deixaram tudo para trás no Piauí e viajaram até São Paulo em busca de tratamento. Em busca de uma chance.

A rotina da família agora gira em torno da saúde de Samuel. Consultas. exames, deslocamentos e muita incerteza.
“Eu tô lembrando de toda a dor que meu filho já sentiu… de tudo que ele já passou”, desabafa a mãe.
Ela fala também sobre momentos difíceis enfrentados no caminho. Negligência, falta de apoio e o medo constante de perder o filho.
Além da batalha contra o câncer, a família enfrenta outro desafio: manter-se em São Paulo.
Sem renda fixa, os custos aumentam a cada dia. Hospedagem, alimentação, transporte e tudo pesa.
E sem apoio, existe o risco real de precisarem voltar ao Piauí, interrompendo o tratamento.
Sensibilizado com a história, o criador de conteúdo Dinosonso decidiu agir e criou uma Vakinha para ajudar Samuel.
A meta da campanha é de R$ 100.000. Até agora, foram arrecadados R$ 1.638,79.
O valor ainda está no início, mas é essencial para garantir que o tratamento continue pelos próximos meses.
Cada ajuda agora contribui para dar continuidade ao cuidado médico e evitar que a família precise interromper essa jornada.
A Vakinha foi criada para garantir que Samuel continue recebendo o tratamento necessário em São Paulo.
É possível doar valores a partir de R$25 pela plataforma, utilizando cartão de crédito ou outras formas disponíveis.
Cada contribuição ajuda a manter consultas, exames e a permanência da família na cidade.
Além disso, compartilhar a campanha também é uma forma importante de ajudar, ampliando o alcance e aumentando as chances de que mais pessoas conheçam a história.
Porque, neste momento, o que está em jogo não é apenas um tratamento.
É a chance de um menino de 6 anos continuar lutando pela vida.