
Latifa Kourim, 58 anos, viúva, três filhas, refugiada da Guerra Civil da Líbia no Marrocos, dona de casa, cuidava das filhas, de cujo suporte dependia, pois o marido, falecido há um ano, deixou uma pensão de $50, valor insuficiente para, sequer, cobrir a medicação para pressão baixa que ela precisa.
Recentemente, a filha mais velha, proprietária da casa onde a familia vivia, exigiu que a mãe fosse embora, pois vai se casar em menos de dois meses e o futuro marido não quer a mãe morando com eles.
A filha do meio, desesperada e desempregada, conseguiu um quarto por um mês, cujo aluguel foi pago pela filha caçula, mas o valor está pesado para ela arcar. O quarto não tem cama e a Sra. Latifa está dormindo no chão.
O pior é que está com transtornos mentais, paranóica, com comportamento depressivo ou agressivo durante momentos de celebração ou festa, rindo sem controle em momentos tristes. Um exame inicial com um psiquiatra não conseguiu diagnosticar com precisão a aflição, mas as suspeitas incluem desordem Obessesiva-Compulsiva, Bipolaridade ou Esquizofrenia.
Sob condições hostis e pressão constante, além da natureza perigosa do quadro médico, tanto para ela, quanto para as filhas, faz-se necessário iniciar um tratamento com urgência, mas a filha do meio, no momento, simplesmente não tem condições de bancar, já que está desempregada, e a caçula não ganha o suficiente.