
Meu nome é Helga e sou mãe de um menino talentoso e dedicado. Peço, por gentileza, que leiam o relato de uma mãe (ainda com esperança) sobre seu filho bailarino. Victinho sonha em ser bailarino desde criança. Colocá-lo numa escola de ballet particular estava fora de cogitação por conta da nossa situação financeira. Com 10 anos, mesmo sem nunca ter estudado absolutamente nada em dança, ele nos surpreendeu e passou numa audição para ingressar na Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo. Um sonho se tornando realidade. Tarde para ele no ballet, mas enfim momentos de ansiedade e tristeza deram espaço a sorrisos largos e novas esperanças. Aos 14 ele recebeu um convite e bolsa integral de estudos de uma escola que oferece a formação do Royal Ballet aqui em São Paulo e que permitiria a ele “correr atrás” do tempo perdido. O Centro de Danças Mavi Chiachieto o acolheu e tem dedicado bastante atenção a ele nesses últimos anos. Através do CDMC ele tem participado de inúmeros Festivais desde o ano passado quando os eventos voltaram a acontecer por conta do relaxamento nas medidas de distanciamento social (pandemia – COVID19). O Victor tem melhorado a cada dia como bailarino, e as despesas tem aumentado na mesma proporção de suas participações espetaculares e premiações nesses Festivais pelo Brasil. Em Abril recebemos a notícia de que ele passou para a final de um festival internacional. As seletivas acontecem por vídeos de apresentação das coreografias, porém a final dessa competição deve ter a participação presencial do bailarino. Só que a final acontecerá em Nova Iorque, sede do "Valentina Kozlova International Ballet Competition". Mais uma vez nossa situação financeira comprometendo todo o esforço e dedicação do Victor, nesses quase 7 anos, ao ballet. Ele passou por tanto: muito preconceito, muita dor, muita dúvida...mas muita resiliência, muita força e muita coragem que o mantiveram no caminho da dança. Para ele a dança é tudo. Tudo que ele já viveu e tudo que ele quer continuar vivendo. São horas de estudo e treinos diários. Cuidados com alimentação e rotina de sono pertinentes a um atleta. Disciplina e comprometimento acima da expectativa para a faixa etária. A participação dele na final do "Valentina Kozlova" está dependendo de conseguirmos os valores para a viagem (passagens e hospedagem). Explico: O Vi não tinha passaporte, tampouco visto para os EUA. Juntamos tudo o que conseguimos e foi possível cobrir as despesas do passaporte, despachante e taxa consular, inclusive com pedido emergencial. Com muito esforço conseguimos resolver essa questão burocrática em pouco menos de 2 meses. Fato admirável. Porém não terá valido se não conseguirmos que ele vá efetivamente para Nova Iorque apresentar a coreografia selecionada. Sou profissional de Educação Física e, atualmente, trabalho em quatro empresas diferentes. Com aulas no período da manhã, tarde e noite. Mesmo assim não consigo cobrir os valores dessa viagem. Mal tem dado para as despesas do dia a dia e para mantê-lo nas competições dentro do Brasil. Tenho contado com ajuda da minha mãe em diversos momentos e, esporadicamente, com doações. Percebemos ao longo desses anos que um patrocínio é o ideal. O Festival acontece de 20 a 24 de junho. A escola em que estuda ballet viaja para Nova Iorque dia 18/06 e retorna em 25/06. Outras duas bailarinas da escola também foram selecionadas. Otempo é curto e o custo da viagem é muito alto para nós. Pela média das doações diárias, infelizmente não atingiremos nem 1/3 do valor da viagem até o dia em que ele deve embarcar. Impossibilitando assim a ida do Vi. E é por isso que venho humildemente pedir ajuda para essa viagem. Desde já agradeço pela atenção e carinho que possam dedicar a ele e sua história. E se quiserem acompanhar mais dessa história, só seguir @helgasbasseto e @sampaio_victor.