
Tânia Gonçalves, 59 anos. Minha história não é uma história triste , sim uma história de muitas lutas, algumas tristes perdas, mas também de muitas conquistas. Por isso, escolhi essa imagem colorida representando a união e força. O meu momento está cinza, mas o colorido me representa! Nessa minha caminhada de 59 anos, 40 foram (sem pai, e 30 sem mãe), mas seguindo o exemplo de vida da minha rainha, segui minha jornada sempre com um sorrisão no rosto e muito amor no coração, onde 40 desses meus anos foram de dedicação e cuidado com o próximo, (35 anos na Educação como Professora e Diretora de Escola, vivendo histórias lindas, ajudando a construir vidas. Só atualmente me dedicando ao trabalho com as Terapias Alternativas, auxiliando as pessoas a se conectarem consigo mesmas, a praticar o auto-cuidado e o auto-amor, me dei conta de que por todos esses anos anteriores eu não havia praticado essa regra básica para nossa qualidade de vida comigo mesma, e, a conta chegou. É a vida ensinando, se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela experiência da dor. Nos últimos três anos, após minha aposentadoria na Educação venho tratando de pólipos recorrentes. Nesse ano, infelizmente, vinha com a imunidade baixa desde abril e ainda não fiz o exame de controle. Em junho contrai gripe e na sequência Covid, resultando em sequelas no pulmão e no coração, que por sua vez, tive os exames e tratamentos interrompidos, porque levei um tombo em meados de julho onde lesionei os ligamentos da mão direita. Resumindo, há 20 dias passei por cirurgia da e estou caminhando os tratamentos de tudo que mencionei acima, por prioridade. Hoje a mão, mas "dormindo" com o barulho dos outros problemas de saúde em aberto. Ocorre que, sem Convênio médico, estou sendo atendida pelo Sistema Público de Saúde e com tristeza compartilho uma das piores experiências que vivi, não pelos profissionais que me atenderam, tive um ótimo médico, a maioria das enfermeiras foram ótimas, mas a falta de profissionais, fez com que o atendimento se tornasse precário e sofrido. Atualmente, sem trabalhar há quase 3 meses e afastada por pelo menos 100 dias por conta de uma Cirurgia da mão direita, estou passando por mais um desses momentos difíceis e de luta, que prefiro pensar como aprendizado e superação dos meus limites. No entanto, sem condições financeiras pra garantir um bom diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde. Assim, resolvi acreditar e contar com a solidariedade humana para dar conta de realizar todos os exames e procedimentos necessários, bem como, contratar e quitar por pelo menos um ano um Plano de Saúde, e poder vencer essa batalha momentânea com a minha saúde, voltar a trabalhar, para que minha história de vida continue sendo de lutas, mas principalmente, vitórias e conquistas. Quanto a família, deixei por último pra finalizar com coisa boa. Apesar de orfã há 30 anos, tenho um filho lindo e gente do bem, com 24 anos, dois irmãos com famílias lindas, algumas famílias postiças, amigos verdadeiros e pessoas que fizeram ou fazem parte da minha vida profissional que me querem bem. Enfim, tenho amor genuíno das pessoas que me cercam, só não tenho dinheiro e lutando para ter saúde! Sou grata!