Vamos levar Tatá e Amandinha ao Pan-Americano de Va’a 2025
ID: 5710284
Oi, pessoal!Precisamos muito do apoio de todos vocês para a nossa participação no Pan-americano de Va’a que será realizado na Ilha de Páscoa, no Chile, entre os dias 18 e 22 de Novembro. Nós tivemos a honra de sermos convocadas para represe ver tudo
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Vaquinha criada em: 03/09/2025
Oi, pessoal!
Precisamos muito do apoio de todos vocês para a nossa participação no Pan-americano de Va’a que será realizado na Ilha de Páscoa, no Chile, entre os dias 18 e 22 de Novembro. Nós tivemos a honra de sermos convocadas para representar o Brasil na categoria Para Va’a VL1, mas os custos com o evento são altíssimos. Os voos são apenas operados pela Latam e custam cerca de 10 mil reais, fora hospedagem e alimentação na ilha.Como vocês sabem, o Brasil é uma potência na canoagem, mas ainda precisamos de muito investimento e visibilidade para os paratletas. Além das nossas dificuldades e despesas com a saúde, contamos com nenhuma ou pouquíssima ajuda externa para representar nosso país. Fazemos tudo por amor ao esporte.Se você também ama a canoa polinésia, a Amanda e a Thaís (ou só uma das 3 hehe) contamos com sua ajuda para essa missão. Qualquer quantia será muito bem-vinda!
Sobre as atletas:
Thaís Freitas é a atual Campeã Mundial de Va’a e Campeã Brasileira na V1, e agora está em busca do título Pan-Americano. Amputada há 10 anos por negligência médica após um acidente de moto, encontrou no esporte o seu propósito de vida. “A canoa transformou minha rotina. Eu busquei o esporte por conta da minha saúde e para tratar uma depressão. Hoje eu sou uma nova pessoa. Com foco, disciplina e uma nova motivação para sair da cama todos os dias."
Com apenas um ano de competições, Amanda Freitas já se consagrou Vice-Campeã Mundial de Va’a e Campeã Brasileira na V1. Nascida com espinha bífida, uma má formação na medula, enfrentou diversos desafios de saúde ao longo da vida. Em 2018, precisou passar por um transplante de rins e, anos depois, recebeu também o diagnóstico de linfedema. Foi então que encontrou na canoa não apenas uma aliada no tratamento da doença, mas uma verdadeira paixão.
“A canoagem me trouxe um senso de pertencimento. Encontrei meu lugar e minhas pessoas. Eu mal conseguia dizer que era PCD, mas depois que entrei no clube e passei a me relacionar com outros como eu, que enfrentam desafios parecidos e até maiores, eu vi que não estava sozinha.”
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