
Em abril de 2025, Luciane começou a apresentar alterações no movimento da boca e dificuldades na fala. Desde então, ela e sua família percorreram um longo caminho de consultas, exames e tratamentos em busca de respostas.
Com o passar dos meses, a dificuldade para se comunicar se agravou. Após ser encaminhada ao Hospital de Clínicas, em Curitiba, e passar por uma investigação especializada, recebeu, em 29 de junho de 2026, o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), de início bulbar.
Ela segue em acompanhamento, enfrentando, junto da família, os desafios que a doença tem trazido à sua vida.