



Em setembro de 2021, resgatei das ruas uma gatinha magrinha e assustada, mas cheia de vida. Chamei-a de Mia e, em novembro daquele ano, ela me presenteou com cinco filhotes — entre eles, o meu amado Algodão. Mal sabia eu que Mia era portadora do vírus Felv (com classificação de infecção abortiva), uma doença silenciosa que abala o sistema imunológico dos gatos.
Quatro irmãos do Algodão foram adotados por outras famílias, mas infelizmente nenhum sobreviveu além de dois anos. O pequeno guerreiro que ficou comigo, junto de sua mãe, conquistou meu coração e se tornou parte essencial da minha rotina.
Em abril de 2024, descobrimos que o Algodão também testou positivo para Felv. Desde então, tenho me dedicado a oferecer a ele todo o carinho e conforto possíveis, celebrando cada dia ao seu lado como um verdadeiro milagre.
No entanto, no dia 30 de outubro deste ano, notei que ele começou a respirar com dificuldade e a tossir constantemente. Em 2 de novembro, já não conseguia mais andar direito. O diagnóstico, confirmado por exames e raio-X, foi devastador: neoplasia (linfoma) pressionando seu coração e pulmões, consequência da Felv.
Para que ele continue lutando, é imprescindível iniciar sessões de quimioterapia e acompanhamento veterinário frequente. Infelizmente, os custos estão além das minhas possibilidades.
Por isso, peço seu apoio: qualquer contribuição fará a diferença na vida do Algodão. Se você não puder doar, compartilhar esta campanha já é um gesto de amor e esperança. 🙏
Obrigado por ler até aqui e por qualquer apoio que puder oferecer. Vamos juntos ajudar este guerreiro de quatro patas a ronronar por muitos dias ainda!