
As chuvas que caíram sobre Juiz de Fora não levaram apenas paredes, móveis e objetos. Levaram histórias, sonhos e anos de luta.
Minha cunhada Simone e seu esposo Reguine viveram um dos momentos mais difíceis que alguém pode enfrentar: viram sua casa desmoronar diante dos próprios olhos. O lugar onde construíram memórias, onde havia esforço, cuidado e amor, simplesmente veio abaixo.
Por misericórdia de Deus, eles conseguiram sair a tempo. A vida foi preservada — e isso é o que mais importa. Mas tudo o que tinham ficou para trás. Roupas, móveis, documentos, lembranças… tudo foi perdido. Hoje, estão passando por um momento delicado, recomeçando do zero, consolados e amparados por amigos e familiares.
É impossível não se comover. Quem conhece a Simone sabe da mulher forte, batalhadora e dedicada à família que ela é. Quem conhece o Reguine sabe do homem trabalhador, que sempre lutou para dar o melhor aos seus. E, mesmo diante de tanta dor, eles seguem firmes, agarrados à fé e à esperança de dias melhores.
Agora, mais do que nunca, eles precisam de nós. Precisam de apoio, de solidariedade, de mãos estendidas. Precisam sentir que não estão sozinhos nesse recomeço tão difícil.
Porque a casa caiu, mas a vida ficou. E enquanto houver vida, haverá esperança.
Que possamos ser instrumentos de ajuda, amor e reconstrução na vida da Simone e do Reguine. ❤️