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Vakinha de
Meirilane Magalhães Alves
Amontada/CE

Tratamento Síndrome Arnold-Chiari I

ID da vaquinha: 366110

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Objetivo
R$ 180.000,00
Arrecadado
R$ 200,00
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Sou Meirilane, moro em uma pequena cidade chamada Amontada no Ceará, sou professora e recentemente fui diagnosticada com uma doença rara chamada de Síndrome de Arnold-Chiari I. CADA UM DE VOCÊS AJUDANDO COM O MINIMO QUE PUDEREM JÁ ME DEIXA MAIS PRÓXIMA DESSA VITÓRIA. A ESTABILIZAÇÃO DESSA DOENÇA DEPENDE DAS SUAS DOAÇÕES, PESSOAS DE BOM CORAÇÃO.

Criada em
16/09/2018
Encerra em
30/09/2019

Síndrome de Arnold-Chiari ou Chiari, descrita há pouco mais de 100 anos, geralmente se refere à herniação da parte inferior do cérebro, ou seja, das amígdalas cerebelosas e da parte inferior do cerebelo, através do forame magno para o canal vertebral. Para casos de Síndrome de Chiari II e III, a explicação está na tração para baixo que afeta a medula espinhal, causada por diversas malformações da coluna, como a mielomeningocele. Já em relação à Síndrome de Arnold Chiari I, outras causas vem sendo apontadas, tais como: os conflitos na circulação de líquido cefalorraquídeo ou o tamanho reduzido da fossa posterior que contém o cerebelo.

Há mais de 30 anos, as nossas pesquisas, mostram que, na Síndrome de Arnold Chiari I, há uma tensão na medula espinhal, que causa uma malformação não detectada. O Filum terminale tenso causa o mesmo que nas síndrome de Chiari II e III, ou seja, tensiona a medula espinhal para o canal vertebral.

Além de provocar um estímulo que flexiona a coluna vertebral, a tensão do Filum terminale desce a parte inferior do cérebro (as denominadas “amígdalas cerebelosas”) pelo orifício occipital que conecta o crânio com a coluna vertebral como uma forma de evitar a tensão da medula espinhal. Isto causa a Síndrome de Arnold-Chiari, que foi descrita há mais de 100 anos e que, até agora era considerada uma doença de causa desconhecida. A secção cirúrgica do Filum terminale em um(a) paciente com a Síndrome de Arnold-Chiari anula a tensão para baixo das amígdalas cerebelosas, interrompendo o seu sofrimento, ao deixar de se autoestrangular no orifício occipital. A intervenção possibilita a melhora de diversos sintomas desta enfermidade. No entanto, as amígdalas cerebelosas, em geral, não ascendem por terem ficado deformadas e também por causa da sua elasticidade reduzida.

A secção cirúrgica do Filum terminale consiste em uma pequena abertura no osso sacro, no final das costas, onde não há a desvantagem de que haja uma alteração da mecânica da coluna vertebral. Nesta zona, o neurocirurgião visualiza o Filum terminale e o secciona com técnicas microcirúrgicas. Tudo em menos de uma hora, com a vantagem de que esta cirurgia é feita com uma internação hospitalar de apenas um dia.

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Quem ajudou (3)

  • CESAR JOSEY DE ARAUJO
    em 29 de Outubro de 2018 diz: Estamos orando e confiando que tudo dará certo.

  • Maria Marcela Marques de Meneses
    em 29 de Outubro de 2018 diz: Meire, que Deus lhe dê sua saúde e vc consiga seu objetivo.

  • Francisco Assis de Oliveira Neto
    em 17 de Setembro de 2018

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