
Me chamo Diane, tenho 33 anos, sou técnica de enfermagem , em maio de 2021 descobri um câncer de mama ductal invasivo triplo negativo, comecei o mais cedo possível a busca pelos exames e tratamento, mas pelo SUS as coisas não são tão imediatas assim, em outubro de 2021 comecei a quimioterapia. No dia 30 de Dezembro de 2021 me deparei com o resultado da cintilografia óssea, e para a minha surpresa descobri que eu estou com metástase óssea, lesões blásticas disseminadas, meu protocolo pelo SUS mudou para paliativo e continuo lutando para seguir minha vida da melhor forma possível.
Desde Setembro de 2021 que eu dei entrada no INSS para solicitar meu beneficio, auxilio doença, a primeira pericia foi agendada para 3 meses depois, janeiro de 2022, porém quando cheguei lá o sistema estava fora do ar e eles remarcaram para mais 3 meses, dessa vez para o dia 10 de março de 2022, como vi o longo prazo de reagendamento, dei entrada na DPU-SE solicitando o ajuizamento de uma ação a fim de adiantar a pericia medica, porem a DPU tentou inicialmente por meio de oficio extrajudicial, passaram os 3 meses e o INSS não respondeu, chegou o dia 10 de março e quando eu fui olhar no sistema do INSS para confirmar a hora da pericia me deparei com mais um reagendamento, dessa vez para mais 4 meses, dia 04 de Julho de 2022. O processo na DPU foi desarquivado, e está em andamento porém eu já estou desde setembro de 2021 sem trabalhar e sem receber nenhum tipo de beneficio.
A tentativa agora é o auxilio permanente já que a metástase óssea não vai mais me permitir exercer minha profissão.
Preciso arcar com minhas despesas com alimentação, transporte, suplementos, e com contas que já existiam antes de eu descobrir o Câncer, no decorrer do tratamento paguei alguns exames como a imuno histoquímica, exame de mapeamento genético e duas consultas médicas.
Conto com a ajuda de vocês para que eu consiga arrecadar o valor necessário para eu arcar com os gastos até que a perícia medica seja realizada.
Grata,
Diane Muniz Santos