
Estamos captando recursos para ajudar no custeio do tratamento do meu pai, o Missionário Assis de Vargas Silveira.
Após 11 dias internado pelo SUS, no Hospital de Candelária (em Candelária - RS), com o quadro clínico se agravando, optamos por transferí-lo para um hospital particular com serviço cirúrgico avançado.
No Hospital Ana Nery (em Santa Cruz do Sul - RS), onde realizou um procedimento cirúrgico dois dias após a transferência que ocorreu no dia 22 de dezembro, permaneceu hospitalizado por 9 dias. Com alegria, recebemos alta do hospital.
Infelizmente, na consulta de rotina com o pneumologista, realizada no dia 08 de janeiro, exatos 09 dias após a alta, foi percebido que o quadro clínico estava se deteriorando novamente. Fora realizada nova tomografia no outro dia, e na sexta-feira, dia 11 de janeiro, o cirurgião agendou cirurgia já para o dia 14.
Nesta segunda cirurgia, o médico fez a abertura do tórax, no lado esquerdo e removeu duas partes necrosadas do pulmão. Segundo a análise da cultura microbiológica, a necrose foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus, micróbio normalmente comum na flora humana, mas oportunista, bastante virulenta e agressiva.
Nossa expectativa é que esta segunda intervenção fosse suficiente, pois todos os antibióticos ministrados, eram efetivos contra a bactéria - de acordo com o exame de sensibilidade de cultura. Infelizmente, o tratamento incial não surtiu o efeito desejado. Os exames de sangue com análise de hemograma e PCR, não mostravam a melhora esperada.
Na quarta-feira da semana passada, dia 23 de janeiro, iniciou-se um novo ciclo de antibiótico de altíssimo custo. O valor inicial de cada dose do medicamento, ministrado duas vezes ao dia, foi de R$ 378,00 / dose.
Na quinta-fera, dia 24, fez nova Tomografia que acabou apontando atelectasia (colapso) pulmonar devido ao novo acúmulo de líquidos no espaço pleural.
Dia 25, fez nova análise de hemograma e PCR, e com dois dias de tratamento com Linezolida, o marcardor de inflamação caiu de 16 para 9. Nesta semana, por conta do acúmulo de líquidos no tórax, o índice de PCR caiu apenas dois pontos.
Dia 30, recebemos e nos liberaram com os antibióticos para finalizar o ciclo do tratamento em Candelária, indo ao hospital apenas nos horários de medicação.
Entre as duas internações, com custos médicos e hospitalares (esses incluem os medicamentos), já gastamos aproximadamente R$ 50 mil. E infelizmente, nossa reserva financeira se esgotou. Parte considerável do que foi pago ao hospital, foi obtido através de doações de alguns amigos meus e de meus pais.
Estou agora, solicitando auxílio para o custeio médico, cirúrgico e hospitalar. Os valores doados, que excederem as despesas do tratamento, serão destinados à AAPECAN (Associação de Apoio a Pessoas com Câncer) de Santa Cruz do Sul.