
No dia 16 de março, com 9 meses de gestação, morando há um ano e meio em uma casa improvisada, recebo com meu marido uma ligação nos informando que o construtor da nossa casa tinha falido e estava abandonando a obra, com quase a totalidade do nosso dinheiro em suas mãos e com uma obra apenas no esqueleto.
Além de nos ludibriar, tinha ludibriado a Caixa Econômica, que fazia o financiamento. Ele tinha conseguido antecipar os pagamentos do financiamento, devido a novas políticas da pandemia.
Ele recebeu em mãos 80% do dinheiro total da obra, sendo que a casa estava construída apenas em 50%. Posteriormente descobrimos que além disso, nos últimos meses, a obra não tinha sido cuidada e estava cheia de vícios de construção e erros grotescos.
Nesse dia, 16 de março, talvez pelo stress, além de chorar sem parar, iniciaram minhas contrações no meio de chamadas ao banco, advogados, construtores, etc.
No meio desta confusão nasceu meu filho, no dia 17. Felizmente bem.
Mas nós estávamos sem casa, sem dinheiro, com a dívida do financiamento e sem perspectiva de finalizar a obra. Morando de aluguel, pagando também o financiamento da obra.
Retomamos a construção graças a ajuda dos nossos pais, porque nos informaram que senão o fizéssemos, perderíamos o que já foi construído até o momento pela ação do tempo. Estamos neste grande esforço de acabar a construção minimamente para conseguirmos mudar, saindo do aluguel.
E precisamos da sua ajuda!
Dia 12 de agosto é meu aniversário. Aproveito este momento para pedir que o melhor presente que podem me dar é qualquer contribuição para dar continuidade à obra. Precisamos nos mudar para nossa nova casa, para ter tranquilidade nesse começo de vida dos nossos filhos, e hoje só podemos contar com seu apoio,
Obrigada! Toda contribuição é benvinda!