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Sou um, mas não sou só. Vakinha para eu continuar em SP.
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Sou um, mas não sou só. Vakinha para eu continuar em SP.

ID: 4939965
Oizinho!Alguns estão acompanhando minhas denúncias nas redes sociais, outros deixaram de acompanhar por que é chato de ver.O fato é que no final do ano passado tive uma segunda crise de burnout e perdi o emprego.Os amigos intimos por hipocr ver tudo
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Vaquinha criada em: 08/07/2024

Oizinho!

Alguns estão acompanhando minhas denúncias nas redes sociais, outros deixaram de acompanhar por que é chato de ver.

O fato é que no final do ano passado tive uma segunda crise de burnout e perdi o emprego.

Os amigos intimos por hipocrisia se   negaram a me ajudar, segundo eles eu estava pagando por algo que eu havia procurado.

 Desde então começaram a me perseguir, atrapalhar minha vida em São Paulo querendo me obrigar a voltar para Goiás. 

O que eles não sabem ou não sabiam é que tudo começou quando uma “amiga” na qual eu considerava sua filha como “minha filha do coração” tentou usar a criança para me chantagear e me manipular. Sua intenção era que eu morasse com as duas como se eu fosse o marido dela e pai da criança.

Minha “amiga” engravidou há aproximadamente 7 anos atrás.

Quando ela descobriu a gravidez, decidiu se mudar da cidade no qual morava e esconder do pai da criança que ele tinha uma filha.

Por não saber quem é o meu pai biológico e pelos traumas que foram gerados na minha infancia por esse motivo, comecei a considerá-la como “filha do coração”. 

Onde eu daria todo carinho necessário mesmo morando em outro estado, não tendo nenhuma responsabilidade legal, financeira ou afetiva. Apenas para tentar minimizar os traços de dependencia mocional masculina que a criança começava a apresentar.

Por sorte não registrei a criança como minha “amiga” insistia há anos, já que o registro de uma criança que não seja seu filho(a) pode ser considerado como crime.

Desde então ela começou a se aproveitar do surto de burnout e as alucinações provocadas pelo alto nivel de stress causado pelo periodo final do MBA, dividas e a perca do emprego para me colocar como louco e como dependente quimico.

Assim as pessoas que me ajudavam em São Paulo e até mesmo a minha familia abraçariam a causa e me obrigariam a voltar para Goiás.

Nessa historia que percorre por aproximadamente 6 meses, não consigo emprego, minhas caixas de e-mail tem sido hackeadas, meu apartamento tem sido invadido constantemente, perfils fakes tentam a todo custo me fazer aceitar uma doença que não possuo, tenho sofrido bulling nas ruas e redes sociais.

A minha familia apesar de acreditarem que eu devo voltar e procurar ajuda médica, estão me ajudando com o aluguel. Porem, as demais contas e alimentação tem ficado por minha conta.

Eu tenho tentado, mas não tenho conseguido fazer renda já que todos se mobilizaram para me fazer desistir de São Paulo acreditando na falsa história inventada por uma pessoa manipuladora que eu julgava ser minha amiga.

Hoje estou com uma dívida de aproximadamente 2 mil reais de cartão, valor usado para comprar comida, pagar internet e luz nesse periodo. Não considerando o valor que meu padrasto que considero como pai tem gasto.

Infelizmente a minha familia não consegue continuar me ajudando por mais tempo, por isso peço a ajuda de vocês para que eu continue lutando pelo sonho que me trouxe para a “selva de pedra” há 9 anos atrás.

@italo_s.ribeiro

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