
Na noite do dia 23 de fevereiro de 2026, na cidade de Ubá-MG, fomos dormir depois de um dia comum de trabalho sem imaginar que, poucas horas depois, perderíamos tudo na maior enchente já registrada na cidade. A tragédia atingiu centenas de famílias e ganhou repercussão nos jornais pela dimensão da destruição.
Por volta de meia-noite, minha avó percebeu que a água já estava entrando pela cozinha. Em poucos minutos o nível subiu rapidamente, passando das canelas para as pernas. Meus pais retiraram minha avó, nossos cachorros e alguns documentos às pressas, e quando conseguiram sair a água já estava na altura do peito. Foi tudo muito rápido e não tivemos tempo de salvar praticamente nada.
No dia seguinte voltamos para casa e encontramos um cenário de destruição total. Perdemos tudo: muros da casa, telhados, móveis, eletrodomésticos, roupas e objetos pessoais. Nem mesmo o armário de cozinha que havíamos comprado há apenas dois meses resistiu à enchente. Restaram apenas lama, danos na estrutura e a dor de ver anos de esforço sendo levados pela água.
Quem nos conhece sabe o quanto batalhamos para conquistar nossa casa e tudo que existia dentro dela. Foram anos de trabalho e dedicação para construir nossa vida. Agora precisamos de ajuda para recomeçar e reconstruir o básico para viver com dignidade novamente.
Esta vaquinha é destinada à reconstrução da casa e da vida da nossa família: Fayla Silva Leitão, Tânia Fernandes Silva, Fabiano Moreira Leitão, Daniela Fernandes Silva, Camilo Elber Vital e Maria Aparecida Fernandes Silva, diretamente atingidos por essa tragédia em Ubá-MG.
Qualquer valor já faz diferença. Se não puder contribuir, compartilhar esta vaquinha já nos ajuda muito. Cada gesto de solidariedade nos aproxima da reconstrução das nossas vidas.