
Eu sou Lindiam, técnica em enfermagem, mas sou uma mulher de muita fé e fibra: sou portadora de fibromialgia, glaucoma, (o que limita o uso de algumas medicações), síndrome do túnel de carpo nas duas mãos, desgaste nos dois joelhos e algumas hérnias na coluna, depressão e ansiedade. Em primeiro Deus, depois minha mãe meu filho e meu pai, ( que tem se tornado um filho) são as pessoas mais importantes da minha vida. Tenho sentido muitas dores devido aos esforços e o peso durante o trabalho no terreno onde ela deseja a casa. mas não posso deixar de estar com eles nos fins de semana para trabalhar pois não posso pagar pedreiro. Eu sou a que capina, carrega pedras para o alicerce e carrego os sacos de cimento e traço a massa no início do alicerce, agora que chega perto o momento de levantar as paredes não disponho de recursos financeiros para custear. Eu costumo dizer que sou as pernas e a ajuda dos braços do meu pai. Todos os sábados acordo às 5h da manhã para esperar os dois para essa aventura de vida. As condições são precárias mas o amor e o desejos de ver os dois sorrindo e na expectativa dessa casinha me dão forças para levantar com todas as dores que infelizmente sinto diariamente, colocar um sorriso no rosto e ir trabalhar duro e pesado média de 9 horas por dia, alimenta meu coração de alegria.
Minha mãe (Lindaura) tem 84 anos, insuficiência cardíaca e outras comorbidades e limitações pertinentes a idade. Mas deseja construir um pequena casa num terreno onde será um pequeno sítio, para que tenham onde descansar, estamos pagando o terreno ainda por esse motivo fica mais difícil ter o dinheiro para construir. Mas como ela já está idosa e pela lei natural não tem muitas décadas para esperar, eu preciso de ajuda para conseguir o suficiente para uma construção um quarto e sala com o mínimo de conforto, venho pedir de coração que me ajudem realizar esse desejo ( SONHO).
Depois de perder os três irmãos estando ainda de luto pelo outro, ela ficou triste e sempre quieta pela casa, adoecendo com frequência e para piorar ela está perdendo a audição Mas a ideia desse sítio faz ela e meu pai que está com limitações para caminhar um fôlego novo. Eles vão quase todos os dias da semana para esse terreno, que fica pouco mais de 30 km da casa onde morram que está toda em péssima situação também.