Prótese de Membro Superior

ID da vaquinha: 22611
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Me chamo Katiane Cunha, Tenho 22 anos, sou casada e tenho um bebê de 1 ano e 9 meses.Aos 16 anos descobri um tumor no braço direito, ao fazer a biópsia descobri ser um sarcoma sinovial bifásico. Fiz cirurgia e 40 seções se radioterapia. Fiquei ótima.Terminei o ensino médio e me mudei para Maringá para fazer faculdade. No terceiro ano de faculdade aos 21 anos, conheci meu marido. Começamos a namorar e eu engravidei. Durante a gestação descobri que o tumor havia voltado. Gerei meu filho, amamentei e em julho de 2014 fiz cirurgia e chegou a biópsia. Confirmado, o sarcoma voltou! Só que dessa vez estava estava no estágio 3 e muito avançado e ainda tiveram que retirar o nervo interesseo posterior e minha mão perdeu os movimentos.Fiz 25 seções de quimioterapias e sofri muito com todas elas. Terminei as químios em fevereiro de 2015, após tanto sofrimento e muitas internações.E a resposta veio: Estava curada!Em abril deste ano fiz a cirurgia de restauração dos movimentos. Fiquei com gesso 40 dias e retirei. Nossa, fantástico! Meus movimentos estavam de volta. Perfeito! Minha vida voltará ao normal e enfim poderia curtir meu casamento que não havia aproveitado, pois me casei grávida de 9 meses já.Mas, não foi bem assim! Em junho deste ano o tumor voltou e ao falar com os médicos eles disseram que não havia mais possibilidade de fazer cirurgia, apenas a amputação do braço. Pois o tumor estava na artéria braquial.Diante dessa situação, chorei, chorei briguei com Deus, alegando que ele não me ama. Passados esses três dias de desespero pedi perdão a Deus e encarei os fatos, essa amputação irá me devolver a vida, mesmo que cheia de limitações! Na quinta feira, dia 23/07 fui para o hospital com o maior aperto no coração fazer essa tão dramática cirurgia. Entrei no centro cirúrgico as 15:00 chorando muito e preocupada como seria o término de tudo isso. Um misto de ansiedade me assombrava para ver como eu ficaria, e um medo de perder o meu braço direito, o qual lutei tanto pra manter.No centro cirúrgico, meus médicos perceberam minha angústia e conversaram muito até o momento da anestesia. E por fim iniciou a cirurgia. Sai de lá as 23:00 horas. Quando me olhei no espelho, me senti a pessoa mais horrível é desprezível. Era como se ninguém mais fosse me amar! Porém, esse sentimento durou apenas três dias. Tive meus momentos de tristeza mas não os transformei em desilusão. Mais uma vez precisei erguer a cabeça e enfrentar.Hoje após 60 dias da cirurgia, vou usar as palavras do grande Almir Sater para me descrever: "Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe!"Nenhum sentimento de inferioridade e desprezo me assombram mais!Sou mulher, sou mãe, esposa, filha, trabalho, estudo, cuido da casa, sou normal!As barreiras estão na nossa cabeça, prontas para que nós as quebramos! Tenho uma família maravilhosa e Deus me deu a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas, que não as teria conhecido se não estivesse doente é passado por tudo!É como sempre digo:Perdi o braço pra ganhar a vida! 
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