
Composto por músicas e poemas, escritos nos últimos dez anos, como gotas inconvenientes de consciência sobre o senso comum da sociedade contemporânea brasileira tais como padrões estéticos, crítica social, filosofia e cultura popular, de forma questionadora e cômica.
O espetáculo entrelaça projeções audiovisuais, música, esquetes e improvisações que cria uma atmosfera nova a cada apresentação. Ao contrário de espetáculos teatrais tradicionais onde se pede ao publico que não utilize seus celulares durante a apresentação, a “Loja de inconveniências” estimula a interação do público em determinados momentos com o intuito de extrapolar os limites do teatro levando o espetáculo para a internet, gerando um movimento de debate e interação contribuindo inclusive para divulgação do espetáculo.
Com uma proposta estética simples o cenário será composto por um telão onde projeções de textos, cenas e imagens destacam e compoem a cena, isto somado à disposição de elementos cênicos expostos em prateleiras e araras como em uma loja. No transcorrer da apresentação das musicas, poesias e esquetes, tanto os músicos como o ator utilizarão todas estas ferramentas cenográficas de forma lúdica e aglutinadora apresentando texto e músicas como em uma rede social.
Dentro da interação proposta pelo espetáculo está a utilização de canais de mídia social, Facebook, Twitter e Youtube como forma de estimular a interação, entre as diversas esferas, compartilhando, compilando e documentando momentos, além de conteúdo produzido especialmente para tal, explorando a conectividade entre os meios.
O projeto pretende abranger apresentações no Rio de Janeiro. Além disso, faz parte do projeto a realização de vídeos em formato para Youtube a partir do material captado durante as apresentações, como maneira de registro crítico do trabalho.