
Morgana, assim veio chamada essa doce cachorrinha, é uma fêmea de pequeno porte que foi adotada pela Patrizia por maus tratos, em 12.07.2021, Domingo, às 11h., na grande São Paulo.
Patrizia, também idosa e doente, não trabalha mais e a Morganinha é como uma filha para ela e para nós.


Foi acolhida com muito amor e sendo acompanhada por veterinária ininterruptamente, mesmo com escassos recursos de sua proprietária e de todos que tem amor por ela.
Mesmo com todo carinho e cuidado, ela não melhorava. Sempre deitada, com muito frio e extremamente quieta.
Constantes diarreias e vômitos, e por último dificuldade em respirar.
Sempre socorrida por medicação intravenosa para alívio dos sintomas.
Somente agora com exames mais detalhados, foi constatado que o seu abdômen está vazio. Descobriu-se também que havia uma fissura no diafragma, ou por atropelamento e/ou espancamento excessivo, quando ela morava na rua.
Os órgãos foram migrados por essa fissura e para ser comportados num lugar indevido, eles se comprimiram e comprometeram seus funcionamentos, aumentando a dificuldade em respirar.
Uma cirurgia de emergência teria que ser feita, apesar de todos os riscos possíveis ou ela perderia a vida.
Encaminhada para um cirurgião hábil e com experiência, ficaram surpresos com o caso. Eles nunca tinham visto igual. Operada com sucesso. Sobreviveu, graças a Deus e aos tratamentos devidos passados com muito carinho e dedicação pelos profissionais da clínica.
Imagem abaixo, Morganinha após cirurgia.

Porém não pode receber alta porque vão aparecendo outras sequelas, como uma esofagite que a impede de se alimentar.
Então ela tem que ficar sob os cuidados da clínica para monitoramento, alimentação por sonda e novos exames.

Tudo isto custa muito, além dos gastos com viagens até a clínica de quem acompanha.
Por favor, por Deus, ajudem essa cachorrinha. Ela merece ter todo respaldo, depois de tantos maus tratos na rua.
Ajudem, com a quantia que puderem, que será transferida de imediato para a clínica ou para pagamento de todos empréstimos já feitos e com cobranças massacrantes.
O valor solicitado na campanha está além do que já foi gasto até o momento, pois quando ela receber alta, ela continuará o tratamento em domicílio.