
Olá, meu nome é Laércio, mais conhecido na estrada como "Paraná", tenho 54 anos, moro em Curitiba, sou caminhoneiro a mais de 20 anos e gostaria de contar um pouco da minha história a vocês.
Nascido em família humilde, desde pequeno trabalhei na lavoura com meu pai e meus irmãos, sempre via os caminhões cortando a estrada, e um sonho nasceu em meu coração: ter meu próprio caminhão e entrar para a grande família dos caminhoneiros.
Há 6 anos esse sonho se tornou realidade, e manter ele de pé tem sido uma grande luta. Em 2016 consegui comprar o meu tão sonhado caminhão, um 1113 ano 75, porém em abril de 2018, comecei a ter fortes dores na coluna devido a 3 hérnias que possuía, decorrente de um acidente de carro sofrido em 2009. Essas hérnias causaram um problema no nervo ciático, o que se agravou, levando-me a uma cirurgia na coluna para retirada das hérnias e colocação de pino. Para minha recuperação, foi necessário que ficasse ao menos 1 ano sem dirigir, consequentemente sem trabalhar.
Infelizmente no dia 08/04/2021, voltando de uma viagem a Santa Catarina, meu caminhão apresentou falhas subindo a serra e um pouco mais à frente ao fazer uma curva, ele parou de funcionar o motor quase causando um grave acidente. Com a chegada do guincho, fui levado ao posto mais próximo, e lá o mecânico foi constatou que o motor havia fundido.
Novamente sem poder trabalhar, vendo meu sonho se acabando sem condições de arcar com os custos pra arrumar o motor, precisando pagar o aluguel da casa em que moro e ajudar as minhas filhas, resolvemos recorrer a vakinha online em busca de pessoas que se sensibilizem com a minha história e possam contribuir de alguma forma, seja compartilhando ou colaborando com qualquer valor, para que esse sonho não se encerre, e eu possa voltar pra estrada com meu 1113 azulão!Caso alguém queira vir na minha casa, ver a realidade em que vivo, estou a disposição e receberei de braços abertos.
Recompensas: Ao atingir a meta e conseguir consertar o caminhão, faremos a doação de alimentos para famílias carentes do Nordeste, visto que essa região é a que eu mais viaja e acabei vendo de perto as dificuldades dessas famílias.
Desde já, agradeço a todos por toda ajuda!