
O Ninão é um vira-lata que apareceu todo ferido em frente ao antigo trabalho de sua tutora, Valéria. Levado para sua residência que já havia 3 cachorros, a situação financeira já não estava muito favorável. Houve vários acontecimentos após o acolhimento de Ninão, tais como: lar temporário na casa de Valéria, tentativa de procurar por um adotante e a decisão de devolvê-lo após um curto período de tempo. Isso foi extremamente estressante para o cachorro e Valéria decidiu ficar com ele oficialmente. O que a família não sabia era que Ninão possuía incubado o vírus da cinomose em seu sistema, que por algum acontecimento, este veio a desencadear no final de 2021.
Desde o diagnóstico, foram feitos exames tanto de Ninão quanto dos outros cachorros pois se trata de uma doença altamente transmissível, onde uma dos três (Bibi) positivou também. Então começou a saga cansativa de bateria de exames e inúmeros medicamentos caros para ambos. Felizmente Bibi negativou no final das contas e Ninão continuava na batalha.
De alguns meses para cá seu diagnóstico começou a contar com erliquiose, babesia e dirofilaria além da cinomose - sua vida corria risco. E mais uma enxurrada de variados remédios e cuidados frequentes eram necessários, pois afinal das contas a cinomose lhe fez perder os movimentos das patas traseiras.
Mais alguns meses passados e a fé da família abalada, finalmente um dos PCRs indicou um resultado muito satisfatório para as doenças e só precisava cuidar de mais um detalhe por conta do hemograma para finalmente vacinar Ninão e se livrar desses problemas. Foram feitos ozonioterapia, acupuntura e fisioterapia também.
Em um fatídico dia, ao aplicar uma medicação para o problema da dorofilaria (seguindo a indicação do cardiologista), houve uma reação alérgica e isso lhe desencadeou farmacodermia. Devido ao grande número de medicamentos e tratamentos feito em Ninão nesses últimos meses, a reação alérgica foi extremamente violenta, criando grande lesões em um dos lados de seu corpo e com o adicional de ainda não conseguir ser vacinado.
Para isso, a família precisa continuar por um tempo com certos tratamentos e medicamentos cujo custo nos meses anteriores somaram a 15 mil, que inclusive se abdicaram de pagar algumas contas de casa para conseguir cuidar desse anjinho de quatro patas. Apesar de estar imobilizado e com inúmeros problemas, Ninão demonstra muita vontade de viver e quer ter sua vida normal de volta, então foi criado essa vakinha para dar continuidade aos tratamentos e quitar a dívida dos exames anteriores que estão pendentes.
"Qualquer valor é bem vindo e agradecemos mto a cada pessoa que colaborar. Temos esperança de que em breve ele estará correndo e brincando com os outros" - Valéria.
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