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Mobilidade vó Verônica
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Mobilidade vó Verônica

ID: 645950
Me chamo Fabíula Sousa, sou brasiliense, tenho 30 anos. Amo escrever. Vivo disso, graças a Deus! Mas a minha grana anda super curta. Por aí também, né?! Não tá fácil para ninguém! Mas vocês entenderão onde pretendo chegar ao dizer isto. Sou ver tudo
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Vaquinha criada em: 18/07/2019

Me chamo Fabíula Sousa, sou brasiliense, tenho 30 anos. Amo escrever. Vivo disso, graças a Deus! Mas a minha grana anda super curta. Por aí também, né?! Não tá fácil para ninguém! Mas vocês entenderão onde pretendo chegar ao dizer isto. Sou filha e neta de goianos, com muito orgulho! E é por respeito às minhas origens que estou aqui.

O objetivo? Amparar e proporcionar qualidade de vida para a minha avó materna, Verônica. A única vó que conheço. Uma pessoa que sempre foi ativa, mas que perdeu um bocado de atitude nos últimos anos. O motivo? O Parkinson e o Alzheimer. O problema é que a mobilidade da vó está bastante prejudicada. Para facilitar a vida da dona Verônica e de quem cuida dela, queremos adquirir duas cadeiras de rodas (uma delas para banho e sanitário).

Mãe de seis mulheres e de quatro homens, criou muitos netos. Perdeu alguns filhos: um deles para a violência urbana e outra para o câncer - a minha mãe. Apesar de não ser uma neta presente, por uma série de questões que não quero expor, me entristece muito vê-la passar por tanta dor. Acho que perder um filho já é sofrimento suficiente. Se a minha mãe fosse viva, certamente faria o impossível para deixá-la mais confortável. Então, na falta dela, dentro das minhas possibilidades, eu o farei.

Queremos (minha família e eu) amparar a nossa matriarca, a pessoa que criou os filhos na labuta da roça e que fazia, até há pouco tempo, sabão de óleo reciclado, doce de mamão verde e pamonha. Sempre trocou os nomes de quase todos os parentes. Porém, nunca perdeu a lucidez (com o progredir das doenças, perderá, infelizmente). A mulher que deu à luz à minha mãe ( e a mim e a minha irmã caçula, por tabela)! É por ela - que me comprou uma bandeja de iogurte na infância (um super presente para alguém humilde) e tinha um cajueiro plantado no quintal - que estou aqui, pedindo a ajuda de vocês.

Para honrar a minha mãe e pela lembrança de uma avó que nos socorreu durante o divórcio atribulado dos meus pais (minha mãe foi vítima de violência doméstica), propus à família que realizássemos esta vaquinha.

Conto com a solidariedade e com a empatia dos amigos (ainda desconhecidos).

Em nome de todos os Balbino-Costa, agradeço desde já! :)

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