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Rio de Janeiro / RJ

Justiça contra covadia

ID: 4185650
O prédio que morava e tive que sair pois fui espancada por vizinhos de forma coletiva. Porque o prédio não possui documento e os vizinhos do 1º e 2º mais uma cobertura do terceiro andar se apossaram de áreas comuns do prédio causando danos ver tudo
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Vaquinha criada em: 31/10/2023

O prédio que morava e tive que sair pois fui espancada por vizinhos de forma coletiva. Porque o prédio não possui documento e os vizinhos do 1º e 2º mais uma cobertura do terceiro andar se apossaram de áreas comuns do prédio causando danos a estrutura do alicerce de um prédio de três andares. Fui espancada por quatro ao mesmo tempo, por homem,  invadiram minha privacidade com ações de terror com câmera virada para dentro do meu imóvel, recadinhos na escada dizendo “estamos te vendo”, agressões físicas recorrentes , retaliações, danos materiais sérios me levando a pedir ajuda. Ganhei o direito para residir no meu apartamento que teve a chave trocada para eu não acessar o imóvel por cinco meses. Nada adiantou a ordem do Juiz que tentei via defensoria pública, só que estou ameaçada de ser agredida de porrete, por traficantes a pedido de moradora do prédio. Pois eles foram posseiros e o prédio está todo rachado. Chamei a prefeitura para mandar uma inspeção e a solicitação de um engenheiro para ver o abalo do prédio e regularização dos documentos. A prefeitura do Rio de Janeiro, ignorou todos os meus e-mails que tenho cópia para provar, e com isso sofri várias agressões e tortura, a delegacia da região não me socorreu, e nem a corregedoria, não consigo um defensor, preciso de advogado que se prontifica a me ajudar, não precisaria pagar um,  a Defensoria Publica é morosa, e não sei da relação suspeitosa dos moradores do prédio com a delegacia , pois uma das agressões que consegui registrar, foi suspeitosamente arquivada pela delegacia e informado a Ministério publico que não tinha os endereços dos agressores se constava no Registro de Ocorrência de todos os moradores e das que foram convocadas pelas vizinhas e quatro me juntaram para agredir  com o Sindico dando cobertura, a ultima agressão e teve muitas no meio. " Desci por volta das 23:00 hs e alguns minutos para buscar lanche e não sei porque eles desceram atrás de mim na portaria, vigiada 24 hs, tentei me esquivar para subir e fui jogada ao chão e sofri vários chutes na  cabeça e torturada no hall  de entrada, tomei vários chutes só na cabeça e  depois  trancada neste hall, e minha cachorrinha York que me acompanhava tirada  de mim e ele saíra, para a porta da rua e ficaram me filmando torturando, preciso da perícia da gravação da agressão para mostrar as vozes de fundo dos agressores, dá para ouvir de longe algumas falas são claras, e minha cachorrinha torturada do lado de fora e eu presa no corredor desorientada pelas agressões, subo com dificuldade e desmaio na porta do apartamento, eu não sei quanto tempo fiquei apagada sem socorro, o que eles fizeram com minha cachorrinha e quantos dias fiquei sem sentido. não consigo a ajuda para não me tornar mais uma na lista das mulheres por feminicídio, as  torturas foram várias e as perseguições também, isso tudo porque não querem regularizar o prédio e eles não se importam o perigo de desabamento e não querem resolver para que o prédio tenha suas plantas de engenharia.

Se tiver advogado para me ajudar?

Moradora do 203, foi aos traficantes me difamar, a delegacia registra tudo deles e comigo não, o único que fiz, foi arquivado sob alegação de não ter  o endereço dos agressores se o mesmo se encontra no Registro de Ocorrência,, se voltar apanho de porrete e ameaçada por amizades com os traficantes locais, e a tortura no prédio que retornaria, nem pedindo ajuda a corregedoria resolveu.

Não tenho condições de custear um advogado imobiliário e criminal. Estou tendo que morar de aluguel sem que saibam meu endereço. E vivo com medo, quero encontrar a paz e não morrer.

Me ajudem a não entrar nessa estatística do feminicídio.

Imploro.

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