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Vaquinha para Inscrição da competição BAJA SAE Brasil
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Vaquinha para Inscrição da competição BAJA SAE Brasil

ID: 228876
A equipe baja Espinhaço já está se preparando para a temporada 2018 Baja SAE evento que engloba as competições nacional e regional que contam com o apoio do Baja SAE Brasil, além da etapa internacional. Para a próxima temporada a equip ver tudo
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Vaquinha criada em: 27/10/2017

A equipe baja Espinhaço já está se preparando para a temporada 2018 Baja SAE evento que engloba as competições nacional e regional que contam com o apoio do Baja SAE Brasil, além da etapa internacional.

Para a próxima temporada a equipe desenvolveu novos projetos, além de testes mais eficientes para validação do projeto e protótipo.

A seguir é descrito como funcionam as competições promovidas pela SAE, a importância desse projeto para à universidade, além da formação dos alunos de graduação.

 

Competição Baja SAE:

“O projeto Baja SAE (Society of Automotive Engineers) foi criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, sob a direção do Dr. John F. Stevens, sendo que a primeira competição ocorreu em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE BRASIL, que, em 1994, lançava o Projeto Baja SAE Brasil”.

Em 1995 foi realizada a primeira competição na cidade de São Paulo. E em 1997 a SAE Brasil começou a apoiar as seções regionais, dessa maneira havendo as etapas regionais (sudeste, sul e nordeste).

A equipe Baja Espinhaço foi criada em 2011, tendo a sua primeira participação em competições em 2013 e já na sua primeira competição com o protótipo construído alcançou um inédito 4º lugar na prova de arrancada.

 

Competição Baja SAE Brasil:

A SAE Brasil realiza anualmente a etapa nacional que atrai instituições de todo o Brasil, na 23º competição nacional foram 88 equipes inscritas. Além da etapa nacional ocorrem ainda as etapas regionais.

As competições são baseadas no regulamento do Baja SAE internacional, englobando os critérios de segurança estáticas e dinâmicas, provas estáticas e dinâmicas além da pontuação.

Afim de proporcionar o desenvolvimento das equipes e dos estudantes a SAE orienta que o projeto esteja sempre buscando inovações no projeto. Já para estimular a competitividade entre as equipes todas as equipes devem utilizar o motor padrão adotado pelo regulamento.

 

Provas:

As provas realizadas durante a competição são divididas da seguinte forma: Segurança estática e dinâmica, prova estáticas e dinâmicas, além do enduro de resistência.

SUSPENSION AND TRACTION

Segurança estática: A construção do protótipo é avaliada pelos juízes credenciados pela SAE Brasil, para verificar se a construção está de acordo com o regulamento estabelecido.

Segurança dinâmica: Nessa prova um piloto que também é juiz credenciado pela SAE, testa o veículo, avaliando as condições de dirigibilidade do veículo. Também é realizado o teste de frenagem do protótipo, porém esse é realizado pelo piloto da equipe.

Provas estáticas: Essa prova é dividida em duas etapas: Relatório e Apresentação de projeto.

Relatório de projeto: O relatório é enviado à SAE cerca de dois meses antes do início da competição a fim de avaliar os critérios de engenharia adotados para a construção de cada subsistema (Eletrônica, Suspensão e direção, transmissão, estrutura, cálculo estrutural, freio e gestão) do veículo.

Apresentação do projeto: Já com a competição em andamento é realizada a apresentação de cada subsistema para os juízes designados a avaliarem o projeto. Alguns pontos avaliados são: Qualidade da execução, conformidade do projeto teórico com o prático, produção em massa teórica do veículo, conforto do usuário, integridade dos sistemas, originalidade, inovação e manutenção.

Enduro de resistência: É de fato a prova mais aguardada durante a competição, é quando o veículo será submetido a uma pista com vários obstáculos, como lama, troncos, rampas, pedra, entre outros. Essa prova possui duração de quatro horas e o vencedor da prova será o veículo que conseguir completar o maior número de voltas.

 

Equipe Baja Espinhaço:

A equipe foi fundada em 2011 por estudantes dos cursos de engenharia mecânica e bacharelado em ciência e tecnologia com objetivo de obter um conhecimento extracurricular. O projeto conta com o apoio dos professores dos cursos de engenharia mecânicas e bacharelado em ciência e tecnologia, além do instituto de ciência e tecnologia que proporciona um espaço adequado e ainda máquinas e ferramentas necessárias.

A equipe é dividida em subsistemas, tais como: Suspensão e direção, freio, cálculo estrutura, eletrônica, transmissão, estrutura, gestão (RH, financeiro, marketing).

Todo projeto é desenvolvido e fabricado pelos membros da equipe, as exceções são a CVT (continuously variable transmission), amortecedores, motor que é padrão dentre as equipes, e pneus. Em algumas ocasiões se faz necessário a terceirização para os serviços de usinagem. Após a conclusão da construção o veículo passa por vários testes com a finalidade de validar as características do protótipo.

A equipe tem a filosofia de alinhar o conteúdo desenvolvido em sala de aula com o aprendizado prático, desenvolvendo o trabalho de equipe, além de englobar diversas áreas de gestão de conhecimento, administrativas e técnicas.

Apesar da equipe ser recente já é uma referência na área de engenharia mecânica dentro da instituição e já começa a demonstrar sinais de evolução dentro da competição almejando ser em breve uma das melhores do país.

Esse é um projeto sem fins lucrativos, no qual têm-se como objetivo gerar conhecimento aos participantes e o desenvolvimento do protótipo. Ao colaborar com a equipe estará contribuindo com o crescimento de futuros profissionais no mercado.

 

Doações:

Para os casos de doações a seguinte lei deve ser seguida (9.249/95): A lei reserva ao doador pessoa jurídica a possibilidade de doar para entidades que prestem serviços gratuitos em benefício de seus empregados ou da comunidade onde atue. Tal doação deve ser feita a entidade a pagar. A lei que estipula tal doação é a de número 9.249/95 (artigo 13, §2º). Brasileira, sem fins lucrativos, reconhecida como de utilidade pública e que aplique seus recursos integralmente na realização de seus objetivos sociais. Neste caso, para que seja considerada sem fins lucrativos, não se admite a remuneração dos dirigentes da entidade. O doador pode deduzir o valor da doação de seu lucro operacional, até o limite correspondente a 2% deste, para efeito de cálculo do IR.

 

 

Ficha Técnica:

 

Motor: Briggs & Stratton 10 HP.

- Monocilíndrico.

- Volume deslocado: 305cc.

- Taxa de compressão 8:1.

- Potência máxima 7,1 kW; 3800 rpm;

- Torque máximo: 18,5 N.m; 2700 rpm.

 

Transmissão:

CVT (continuous Variable Transmission).

Caixa de transmissão ( conjunto de engrenagens).

 

Freios:

A disco nas rodas dianteiras com circuitos hidráulicos independentes.

A disco para as rodas traseiras com circuito hidráulicos dependentes.

 

Direção

Tipo: Mecânica

- Sistema pinhão/cremalheira

 

Suspensão

- Dianteira: Duplo A

- Traseira: Semi trailing

 

Sistema elétrico/eletrônico:

Painel acoplado ao volante.

Nível de combustível

Temperatura de funcionamento do motor.

Controle de velocidade e rotação.

Sistema de luz de freio independente.

Chave de emergência.

Velocidade máxima*: 40 km/h.

*Valores obtidos a partir de testes.

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