
Um sonho :Alçar voos levando teatro, histórias de vida e valorização da ancestralidade.
Éo que faz desse projeto de circulação uma mola de força e fé.Histórias Bordadas em Mim se prepara para sua primeira circulação nacional sem nenhum aporte financeiro, de forma independente a artista vai resistindo aos percalços da falta de dinheiro, pulando barreiras e se fazendo existencia.O valor solicitado nessa campanha vai ajudar na produção, alimentação e transporte da equipe.

Sobre a circulação
A primeira cidade a ser visitada é São Paulo.Fazendo 02 apresentações e duas atividades formativas a equipe da DoceAgri,chega a cidade de São Paulo dia 03 de outubro e permanece ate dia 07 de outubro.Realizando parcerias e intercambios de grande importancia para o crescimento do espetaculo e na ampliação de rede de relacionamentos teatrais.
Sobre o Espetaculo
Sinopse
Uma atriz, um baú, uma borboleta e uma conversa...é assim que se inicia Histórias Bordadas em Mim. Um convite para um chá acompanhado de tareco e pão doce, e assim vai se alinhavando as histórias reais, vividas pela atriz em diversos momentos de sua vida. Bebendo da fonte de uma pesquisa no povo griot, vai através da narrativa e numa proposta de encenação enxuta, costurando acontecimentos de sua vida real e cotidiana e incluindo o público em suas histórias. Uma pausa para um chá, uma música e um mergulho nas histórias de alegrias, amor, dor, morte, vida, negritude, empoderamento, superação e saudade...
Sobre a Criação e Conceituação do Espetáculo e a Ousadia de Artista
A encenação está envolta numa atmosfera mágica, que busca ambientar o tempo espaço num lugar lúdico, sagrado, mas tocável, onde o público é convidado a participar. Ao entrar na sala de espetáculo as pessoas testemunham através da narrativa, o nascimento de uma lagarta que mais tarde se transforma em uma colorida borboleta, mote para uma conversa...é assim que se inicia Histórias Bordadas Em Mim. Um convite para um chá acompanhado de tareco e um alinhavar de histórias reais, vividas no passado e no presente. A personagem é por acaso a própria atriz e sentada em uma cadeira ao lado de seu baú conta histórias que viveu em sua vida, bebe da fonte de uma pesquisa no griot, povo ancestral africano que passava conhecimento através da oralidade. Vai através da narrativa e numa proposta de encenação enxuta e contemporânea, alicerçada em técnicas do teatro físico, e valorizando o sagrado através da energia do Orixás, incluindo o público em suas histórias. Uma pausa para um chá, uma música e um mergulho nas histórias de alegrias, amor, negritude, dor, morte, vida e saudade. Histórias de luta e posicionamento enquanto mulher negra, nordestina, mãe,histórias do feminino sagrado... A encenação caminha para o questionamento/reflexão social e filosófica em relação a valorização do ser humano através de pequenas coisas, do resgate de sua ancestralidade. Na encenação, música e poesia ajudam a atriz na narrativa em tom aconchegante. São histórias da infância mescladas com momentos atuais. Tudo isso para proporcionar um resgate no que há de mais humano: A fé no amor e a possibilidade de resignificar os acontecimentos vivenciados em um passado ainda presente, persistente.
Conto com seu apoio e colaboração na realização desse sonho.
Att.Agrinez Melo