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ID da vaquinha: 66626
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Abaixo, uma de minhas crônicas:DESTINOS E ESCOLHASO que define nossa consciência? Qual o peso das nossas atitudes para o êxito ou rebaixamento das nossas relações sociais? Parece complexo explicar, entretanto, o que realmente é obscuro e difícil é falar sobre nós mesmos. Falar sobre os motivos que nos levam a fazer escolhas, mesmo que sejam por comodidade, preguiça de sair da zona de conforto ou por pura exaltação momentânea. Tenho me colocado a pensar e questionar nos últimos dias sobre o poder da escolha. Há pessoas que enxergam os acontecimentos da vida, simplesmente, como obras do destino. Não discordo em todo o sentido, entretanto, observo esses pensamentos como um meio de fuga da nossa responsabilidade por alguma escolha que fizemos um dia. Não é destino. É consequência. Tem-se o livre arbítrio da “escolha” logo, não se pode colocar a culpa no “acaso” quando algo de desagradável ocorre e nos deixa estáticos. Ora, pois é assim que ousamos nos desviar de nossos medos incógnitos, deixando rebuçado em nossa face, minuciosos gestos de auto desaprovação. O destino, muitas vezes, é o abstrato que nos salva da realidade, já que é mais fácil depositar a culpa em algo, inconsciente, que não vai se opor ao nosso pânico da condenação. Assim, deste modo torpe, são as pessoas que constroem sua personalidade baseando-se na aceitação alheia, tornando-se produto padrão em um mercado de aparências, onde não há escolha e sim aceitação social. O indivíduo que faz suas escolhas baseado nas condutas de outros, procurando depois a aclamação por ter se tornando produto receptivo social, não deve se queixar quando não possuir mais identidade própria, e posteriormente não ser apreciado e agraciado pelo artefato vazio que se tornou. Assim é o homem, egoísta, que aceita permanecer com uma mulher vazia de percepção, mas fisicamente escultural, pois se torna mais apresentável publicamente. A peça é bela de se ver, mas vazia de encantos naturais. Quando a beleza se dissipar no tempo, não ouse depositar a culpa no destino que trouxe uma pessoa desguarnecida para viver ao teu lado. Abraça, então, o vazio que escolheu com liberdade, e mergulha sem restrição… Assim é a mulher que aceita as imposições egocêntricas de um homem afortunado de bens, e pobre de espírito. Não há de se queixar com o destino por tal fato, quando o ‘amado’ lhe enxerga como um item, matéria que tem preço monetário, e não valor. Chega a hora, minha senhora, que este homem encontrará então, outro objeto, de valor igual, mas de conteúdo ou beleza diferenciado do de costume. Oh, destino cruel! Volte-se para suas escolhas passadas, não teria se tornado uma escrava paga? O destino tem sim, o seu papel místico e romântico, mas ele não pode ser um álibi para nossa fuga de responsabilidade e de medo de ficar sozinho. Antes de se queixar com o acaso, observe a seleção dos seus atos. São eles é que ditam todo o resto. Não escolha ser igual aos outros por medo de não ser aceito. Seja diferente, mas seja original sem adaptações para agradar a quem não enxerga o seu verdadeiro âmago.
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