
O maior desastre climático da história do Rio Grande do Sul afetou mais de 2,3 milhões de pessoas, destruindo casas, infraestrutura e deixando milhares em abrigos por meses.
• Mesmo meses depois, mais de 1.300 pessoas ainda vivem em abrigos coletivos, dependendo de apoio para moradia, renda e atendimento psicossocial.