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Vakinha de
Inacio Fortunato
São Paulo/SP

Auxílio tratamento e despesas do Dr. Glacus de Souza Brito

Objetivo
R$ 325.000
Boletos Pendentes
R$ 1.700,00
Arrecadado
R$ 44.434,00
$ contribua

Dr. Glacus, médico humano, cientista e benfeitor. Tinha como objetivo de vida: trazer a cura para quem necessitasse! O câncer de estômago (causa de sua morte) consumiu todas as suas economias e dividas importantes foram feitas para o custeio de seu tratamento em vida. Após sua partida, essas dividas ainda precisam ser liquidadas e preciso de seu apoio! Clique e conheça um pouco mais dessa história

Criada em
20/12/2016
Encerra em
27/06/2017

Glacus de Souza Brito, nasceu em 27/06/1958, em um lar de simplicidade. Era o 3º de 4 irmãos (Augusto, Marco, Glacus e Ana). Os pais, Orlando e Ruth, eram, respectivamente, Operário e Professora. 

 

Aos 3 Anos de Idade, disse a sua mãe "Quando eu crescer, serei Médico".

Cresceu com esforço e dificuldades financeiras durante toda sua infância e adolescência, mantendo sempre vivo o sonho de ser médico.

Durante o 3º ano do ensino médio, ganhou bolsa de estudos em um cursinho em São Paulo, porém como residia em São Bernardo do Campo, vinha todos os dias para SP após a escola para fazer o cursinho.  

O dinheiro que tinha era suficiente para pagar os bilhetes e comprar um "pão na chapa e um copo de suco", que era sua refeição do dia todo (como ele contava). Passou na Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo e durante os 6 anos de curso, sobreviveu morando de graça na casa dos estudantes e dando aulas particulares de Francês (Francês, este, que havia aprendido com sua mãe).  

Formou-se e durante toda sua carreira, tinha uma única preocupação: trazer a saúde para as pessoas, não importando a classe social ou condições financeiras destas. Seu foco durante a carreira médica nunca foi de enriquecimento, muitas vezes, praticamente pagava para atender as pessoas, cobrando valores simbólicos que não cobriam nem o custo. Quando questionado, dizia: "Filho, essas pessoas precisam se curar, não posso deixar de tratá-las pelo simples fato de não poderem pagar.", e assim o fazia, incontáveis vezes.

Quando questionado sobre sua especialidade Médica, ele dizia: "Minha Especialidade é o Ser Humano."

Dentre seus feitos, foi responsável por idealizar e ajudar a projetar um barco-hospital utilizado pra tratamento da população ribeirinha no Acre; Criou convênios com Europa para trazer medicamentos com baixo custo para o governo do Amazonas distribuir para população ribeirinha; Consultor da Organização Mundial de Saúde (OMS) em imunização em massa e responsável pelas pesquisas que provaram a inofensividade do vegetal (AYAHUASCA) para a Saúde. Na UDV, foi pioneiro na equipe de Estudos Médicos com substancial resultado, tanto que foi citado 11 vezes na sentença do juiz Parker favorável à Liberação do uso do chá, pela União do Vegetal nos EUA.

Nunca foi um Médico acomodado com seu conhecimento e sempre buscou novas técnicas, especialmente europeias, para trazer a cura para as pessoas, sendo um dos pioneiros em algumas delas aqui no Brasil, entre elas, Estimulação elétrica Transcraniana e Especialmente a Ozonioterapia, aonde foi, é e sempre será um dos patronos, precursores e referenciais no Brasil. 

Pôde, graças a seu esforço, dar uma boa educação para ambos seus filhos, André (31), hoje cursando residência médica e Mariana (17), que acaba de concluir o ensino médio em 2016. Durante os 3 anos que enfrentou a batalha contra o câncer de estômago, foi obrigado a reduzir drasticamente a sua carga de trabalho, e os gastos com a saúde aumentaram exponencialmente, inclusive gastos diretos e indiretos que o convênio não cobria, como por exemplo, medicações e tratamentos. Com isso, a reserva financeira secou e as dívidas se acumularam. Como ele mesmo dizia: "Filho, teu pai é taxista, se ele não roda, ele não ganha.", e foi o que aconteceu nos anos de 2014, 2015 e principalmente 2016. O "táxi" cada vez rodava menos, até que em outubro/2016, estacionou de vez. Nunca se entregou para a doença e fazia questão de ir trabalhar, mesmo que não tivesse plenas condições para isto, seguiu tentando (sua garra, força e vontade de viver eram imensas). Durante uma conversa que tivemos (Eu, André) poucos dias antes dele falecer, ele disse que o que mais o preocupava, eram essas pendências ($) que ele não gostaria de deixar. Durante a conversa, eu agradeci por tudo que ele tinha feito por mim, durante todos esses 31 anos e disse que "o que dependesse de mim, honraria todas essas dívidas." Na última conversa que tivemos, poucas horas antes de falecer, ele trouxe o mesmo assunto e eu disse novamente: "Pode ir tranquilo pai, daremos um jeito de resolver as coisas." Então ele disse pra mim: "Filho, o Mestre (como ele chamava Deus) nunca me abandonou, e sei que também não te abandonará!" Está conversa aconteceu em 20/11/2016 e cerca de 24 horas depois, ele desencarnou. 

Passados alguns dias, comecei a me inteirar das pendências financeiras que ficaram, e infelizmente, para minha surpresa, um pouco maiores do que minhas condições financeiras no momento. Faço residência Médica em Ortopedia e Traumatologia, no 2º da Residência, e sou bolsista do Governo. Tenho uma Carga Horária extremamente desgastante que me limita as horas livres para trabalhar fora da residência para aumentar a renda mensal. Meu primeiro pensamento foi: “Simples: largo a residência médica e volto a trabalhar como generalista dando plantões." Porém, durante a conversa que tivemos, já sabendo que isso passaria pela minha cabeça, ele me fez jurar que eu não desistiria e permaneceria até a conclusão da Residencia e a obtenção do Titulo de Especialista. Dentre tudo, infelizmente, existem algumas dívidas que DEVEM ser pagas o quanto antes, mas estão muito acima do meu orçamento atual de estudante e bolsista que tenho no momento.

Venho então pedir o auxílio, para que consiga pagar essas dívidas essenciais, até que eu conclua meus estudos em meados de 2018 e assim, tenha condições de assumi-las e dar continuidade ao pagamento das mesmas, honrando assim o meu compromisso com meu pai. Para isso, necessito do apoio dos senhores. Eu e minha família, somos eternamente gratos à todas as pessoas que apoiaram a ele e a nós durante o período de enfermidade dele, e que ainda se mostram dispostas a continuar auxiliando a nossa Família. Toda quantia é sempre bem-vinda. Para aqueles que quiserem, existe também a opção de fazer doações anônimas. 

 

Grato desde Já

 

André Piacentini Medeiros de Souza Brito (Filho)



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* A iniciativa foi tomada por amigos da família de forma particular, sem vínculo ou obrigatoriedade com qualquer instituição.

** O atingimento do teto estabelecido não é obrigatório para o recebimento dos valores pela família. Qualquer contribuição é bem-vinda e estamos felizes de contar com a ajuda de todos sem qualquer expectativa

*** O valor se refere ao tratamento e outras despesas que não puderam ser pagas enquanto Glacus esteve inapto à realização de suas atividade profissionais


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Quem ajudou (221)

  • RODRIGO FERREIRA DE AZEVEDO diz:
    19 de Janeiro de 2017

  • Márcia Couto Geraldi diz:
    19 de Janeiro de 2017

  • Nathalie Carneiro Collin diz:
    18 de Janeiro de 2017

  • Luccas Rodrigues Gomes diz:
    18 de Janeiro de 2017

  • Antonio Carlos Costa Barreto diz:
    18 de Janeiro de 2017

  • Regina Portela A. Lima diz:
    18 de Janeiro de 2017

  • Emanuel Luz e Silva diz:
    17 de Janeiro de 2017

  • Eunice e Roberto Brito diz:
    17 de Janeiro de 2017

    Queridos André, Mariana e Darlene, Dentro de nossas possibilidades contem conosco. Que o Divino Mestre nos conceda as vitórias necessárias para a travessia deste momento.

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