
Você não está financiando apenas uma faculdade. Está financiando um ciclo que pode atingir outras pessoas.
Durante anos eu lidei com ansiedade e depressão. Em muitos momentos, faltou orientação, acesso e alguém que realmente entendesse o que eu estava passando. Hoje, estou no caminho oposto: estudo Psicologia e trabalho diariamente como motorista de aplicativo para pagar a formação e transformar a minha própria história em ferramenta de ajuda real para outras pessoas.
Minha rotina é direta: horas dirigindo, vendendo água no carro, economizando em cada abastecimento e convertendo tudo em mensalidade, livros e estágio. Não há patrocínio, não há estrutura por trás. Só trabalho contínuo e um objetivo claro: me formar e atuar com pessoas que enfrentam o mesmo tipo de sofrimento que um dia me paralisou.
A Vakinha existe porque há um limite físico e financeiro no quanto uma pessoa consegue sustentar sozinha. Cada contribuição reduz esse peso e acelera um projeto que não termina em mim. Termina em atendimentos mais acessíveis, orientação para quem não tem suporte e em alguém que fala sobre saúde mental a partir de experiência vivida — não apenas teoria.
Se fizer sentido para você, contribua.
Se não puder contribuir, compartilhe.
Isso não é caridade pontual. É investimento em formação, em acesso e em impacto direto na vida de outras pessoas.