
Davi nasceu com 29 semanas de gestação, passou um ano internado na UTI, teve enterocolite necrosante, que causou a retirada de 22 cm do seu intestino. Devido à sua condição, a alimentação é via gastrostomia. Segundo a mãe, suas patologias são síndrome do intestino curto, que possuem casos raros no país. Ele passou por seis cirurgias e teve diversas paradas cardíacas. Por falta de oxigenação no cerébro e hemorragia na cabeça, teve paralisia cerebral severa. É uma criança acamada, tem poucos movimentos, não atende a comandos e tem autismo severo.
A Prefeitura interrompeu o fornecimento regular das fórmulas lácteas e Davi tem sobrevivido de doações, conforme contou a mãe, Camila Pedroso. “Ele consome cinco unidades por dia. Cada unidade custa R$ 28,00. Estamos nos virando com duas unidades por dia e às vezes com soro”, contou.