
Minha história com o transplante cardíaco começou após o diagnóstico de insuficiência cardíaca, uma condição que me levou à necessidade de um transplante de coração. Porém, a caminhada não foi simples. Pouco mais de um ano após o primeiro transplante, precisei colocar um stent devido à doença vascular do enxerto, uma forma de rejeição crônica que compromete as artérias do coração transplantado.
Mesmo diante dos desafios, escolhi seguir em frente. Me reinventei profissionalmente na área da moda, retomei a natação, esporte que sempre amei, e vivi momentos inesquecíveis, como a conquista do título nos 500 metros Open da prova Rainha do Mar, em Copacabana, no ano de 2023.
Em 2025, a doença vascular do enxerto evoluiu e precisei retornar à lista de espera por um novo coração. Foi necessário me afastar do trabalho e também da natação, uma das minhas maiores paixões. Mas, mais uma vez, a vida me presenteou com uma nova oportunidade. Em outubro de 2025, recebi um novo coração e realizei um retransplante cardíaco, o primeiro da história do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Agora, para celebrar um ano desse recomeço tão especial, quero realizar um grande sonho: representar a superação dos pacientes transplantados competindo na natação durante o Pan-Americano para Transplantados, que acontecerá em outubro de 2026, em Maldonado, no Uruguai.
Para tornar esse sonho possível, conto com a sua ajuda. Qualquer contribuição fará a diferença e me ajudará a levar essa história de esperança, gratidão e amor à vida ainda mais longe.
Muito obrigada por fazer parte desta jornada!