
O massacre e sequestro de civis que ocorreu no ataque promovido pela organização palestina Hamas que surpreendeu Israel e o mundo no último sábado, 7 de outubro, coloca novamente em discussão não só um conflito de décadas por territórios, mas conceitos como terrorismo, antissemitismo, sionismo e questões como a estigmatização de um povo e a parcialidade ou a falta de espaço nos noticiários para um dos lados.
Desde o sábado, os dois lados da guerra contabilizaram 1.830 pessoas. Dois brasileiros estão entre as vítimas fatais e uma desaparecida. Israelenses alegam ter encontrado outros 1.500 corpos de integrantes do Hamas em território israelense.