
Estou fazendo está vakinha pois preciso muito de ajuda, tenho endometriose em fase avançada estágio IV avançado e profundo. O tratamento clínico não está ajudando apesar de diversos remédios todos os dias, preciso fazer uma cirurgia de emergência pois a endometriose está localizada no intestino, bexiga dentre outros órgãos e toda a ajuda é bem vinda! De acordo com os exames o intestino já está bem comprometido, assim como vários órgãos e a endometriose bem infiltrada. Tenho que tomar remédios de auto custo todos os dias. Peço por gentileza que compartilhem o link, toda a ajuda é bem vinda! Gastos com medicamentos, alimentação, fraldas! Devido a dificuldade e demora no diagnóstico a doença infelizmente agravou.
Mas o que é a ENDOMETRIOSE?
Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.
Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.
É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.
Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.
Nesse procedimento, a endometriose é removida por meio de uma cirurgia chamada laparoscopia. Em alguns casos, é possível eliminar apenas os focos da doença ou as complicações que ela traz – como cistos, por exemplo. No entanto, em situações mais sérias, o procedimento precisará até remover os órgãos pélvicos afetados pela enfermidade. Dependendo das condições da doença, é possível recorrer a tratamento por laparoscopia, com laser. Também é possível a realização da videolaparoscopia, na qual diagnosticará o número de lesões, aderências, a obstrução tubária e já tratar a doença.