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Cirurgia da Mia

ID: 5810531
Olá, pessoal, tudo bem? Me chamo Millena, mas sou conhecida como Mia. Tenho 25 anos e sou portadora de mielomeningocele (má formação congênita na medula). Este ano (2025) comecei a sentir dores fortíssimas na bexiga, e o diagnóstico apontou ver tudo
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Vaquinha criada em: 16/11/2025

Olá, pessoal, tudo bem?

Me chamo Millena, mas sou conhecida como Mia. Tenho 25 anos e sou portadora de mielomeningocele (má formação congênita na medula). Este ano (2025) comecei a sentir dores fortíssimas na bexiga, e o diagnóstico apontou cálculos. Passei 5 meses sem conseguir andar por conta das dores, perdi 10 kg e vivi entre internações constantes, o que afetou emocionalmente e fisicamente não só a mim, mas também as pessoas ao meu redor.

No dia 22 de maio, um dia após meu aniversário, consegui realizar minha cirurgia pelo método a laser. Porém, dois meses após o pós-operatório, comecei a sentir as mesmas dores novamente. Voltei ao médico para entender o que estava acontecendo e fiz tomografia, exame de sangue e de urina. O exame de sangue estava normal, o de urina mostrou infecção urinária e a tomografia revelou novos cálculos. Sem acreditar no que estava vivendo, questionei o cirurgião sobre o motivo de tudo isso estar acontecendo novamente. Ele simplesmente disse que havia deixado resíduos do cálculo dentro da bexiga, o que poderia resultar em novas pedras, e que provavelmente a cirurgia deveria ter sido feita em duas etapas. Vale lembrar que, antes da cirurgia, ele não mencionou nada disso — apenas disse que ficariam pequenos fragmentos, mas que não haveria problema, pois sairiam pela sonda.

No dia 16 de agosto, fui ao hospital refazer os exames para atualizar o cirurgião, e o médico informou que eu precisaria ser internada, pois o resultado da urocultura revelou uma bactéria extremamente forte, que não poderia ser tratada com antibióticos em casa, apenas por via venosa. Passei 5 dias internada realizando o tratamento, e a conclusão final foi: preciso operar novamente. Mas, desta vez, não será pelo método a laser e sim por um procedimento cortante, que é bem mais caro. Infelizmente, nem eu nem minha família temos condições de pagar essa cirurgia.

Por isso, gostaria de pedir, do fundo do meu coração, que me ajudem a ultrapassar mais essa barreira, para que eu não precise passar por tudo isso novamente. Toda contribuição será bem-vinda! Além da vakinha, tenho amigos que organizaram uma rifa para ajudar, e em troca vocês podem ganhar um prêmio super legal. Aqui estará o link com todas as informações, e para saber mais sobre o início dessa história, está tudo nos meus destaques do Instagram: @thisismiaf_.

Obrigada desde já pela sua contribuição, e não vamos esquecer que sonhos se tornam realidade!

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