Vaquinha criada em: 12/03/2019
Olá Aumigos,
Visando já entramos no clima da Euphoria do Bem, vamos nos unir para conseguirmos castrar o Jack e desta forma evitarmos que quando ele for doado, ele possa fugir de sua nova casa atras de cadelas no cio e assim voltar para a rua para uma vida de sofrimento, fome e até maus tratos, ou então por ele ser um cão mestiço a raça labrador, ele possa ser usado como matriz de criação e venda de filhotes de grandes criadouros existentes hoje.
O valor de R$ 700,00 reais que coloquei ali é para a castração e possíveis medicamentos que será necessário após a castração.
Vamos ajudar?
Abaixo uma explicação sobre castração e doenças para conhecimento de vcs...
O Tema REPRODUÇÃO costuma ser objeto de várias perguntas ao veterinário e é sobre isso que vamos explicar as dúvidas mais comuns a seguir.
Os animais que não são utilizados para a reprodução, diferentemente dos humanos, pouco se beneficiam com a produção de hormônios sexuais na fase adulta. São muitas as doenças e problemas comportamentais ligados à sexualidade em fêmeas não reprodutoras como veremos adiante. Em função disto aconselhamos sempre aos proprietários de cadelas e gatas que não pretendem procriar, para que façam a esterilização.
Existe no Brasil uma idéia equivocada de que a esterilização possa prejudicar as fêmeas ou piorar a qualidade de vida, mas na verdade a fêmea esterilizada não tem mais cio e tampouco libido e por isso fica perfeitamente feliz e acomodada com a nova situação. Isso também vale para os machos.
Em alguns países como E.U.A., a esterilização é feita logo após as vacinações em praticamente todas as fêmeas não reprodutoras. Aqui preferimos fazer a cirurgia numa fase um pouco mais madura, após o primeiro cio, embora a cirurgia precoce também não traz problemas.
A vantagem de operar antes do primeiro cio é obviamente de não ter chance de escapar e cruzar e pelo efeito protetor no câncer de mama que é de quase 100%
O ciclo estral das cadelas costuma ser regular e o cio ocorre a cada 6 meses. Quando há várias cadelas na mesma casa, existe uma tendência para que todas sincronizem o cio.
Para a fêmea, a ocorrência destes cios pode gerar distúrbios patológicos a longo prazo.
Quando a fêmea se prepara para a concepção, ela sofre uma série de alterações hormonais que com o passar dos ciclos sem gestações podem provocar 3 tipos principais de patologias:
* Pseudociese ou gestação psicológica. Neste caso a cadela pode engordar e comer mais, ficar agressiva, agindo como uma gestante e em seguida começa a ter leite nas mamas e pode adotar um objeto como se fosse um filhote. Este leite retido tende a se contaminar, causando graves mastites, que devem ser tratadas precocemente pelo veterinário. Algumas fêmeas podem agredir pessoas e outros animais sem explicação nessa fase.
* Piometrite. É uma grave infecção do útero que exige tratamento imediato e rigoroso, pois pode levar facilmente à morte do animal. Geralmente tem como sintomas principais o corrimento vaginal purulento, febre e a polidipsia que é a ingestão exagerada de água. Essa infecção ocorre via de regra após o cio, quando a passagem uterina se abre para o recebimento do espermatozóide e acaba entrando uma bactéria patogênica pelo canal vaginal.
* Carcinoma mamário. São tumores de mama que podem variar em grau de malignidade. Estes tumores começam como pequenos nódulos duros e irregulares na glândula mamária e podem crescer e se espalhar para outros órgãos do animal.
Para os proprietários que não desejam reproduzir seus animais e não querem correr riscos, é recomendável a esterilização cirúrgica destas cadelas, pois o uso de anticoncepcionais podem levar a efeitos mais drásticos ainda, e por isto só são recomendados em algumas condições excepcionais.
A esterilização consiste na extirpação do aparelho reprodutor, fazendo com que a cadela não apresente mais o cio. Geralmente a nossa amiguinha fica apenas de 12 a 24 horas internada e o risco da cirurgia é muito menor do que não fazê-la deixando a fêmea exposta aos riscos citados acima.
O cio da fêmea canina começa com um inchaço na vulva seguido de uma secreção que varia na cor e na fluidez, indo de um líquido claro e pouco viscoso até a uma secreção sanguinolenta. A cobertura deve ser proporcionada entre o 8º e o 13º dia após o seu início, pois a ovulação ocorre geralmente entre o 9º e o 12º dia. Podemos fazer cruzas em dias alternados, no mínimo 2 vezes, porém um maior número de cópulas vai ser mais seguro.
A gestação dura em média 61 dias, podendo variar em cerca de 3 dias para mais ou para menos e é recomendável fazer um exame pré-natal e diagnóstico de prenhez por volta dos 35 dias de gestação.