
Meu nome é Priscila Araújo de Oliveira, tenho 42 anos e fui iniciada por Pai Brenno de Orisà Menino. Há dois anos, recebi o diagnóstico de púrpura trombocitopênica trombótica (PTT), uma doença autoimune que venho tratando há 15 dias no Hospital do Servidor Público (IAMSPE).
Sempre sonhei em ter uma Casa de Cultura voltada ao Candomblé, onde pudesse ensinar bordados, contação de histórias e a rica culinária africana. Como professora de arte e artesã, desejo transformar esse espaço em um local acolhedor, de aprendizado e celebração das nossas raízes.
Orisa não castiga, abre caminhos. Sou testemunha viva da força e do cuidado de Oya em minha trajetória, e quero compartilhar esse legado com todos que acreditam no poder da ancestralidade. Com seu apoio, poderemos concretizar a Casa de Cultura Ilê Asè Orarinie e manter viva essa missão de arte, fé e união!