
Em 2020, lançamos um sonho: construir o Observatório da Associação Astronômica de Pernambuco (A.A.P.) em Bezerros/PE. O contexto da pandemia e a crise econômica tornaram aquele momento difícil, mas a campanha não foi em vão. Hoje, viemos prestar contas e mostrar que o projeto amadureceu.
Graças aos 26 doadores da primeira fase, adquirimos 9 colunas de ferro de bitolas robustas e 9 sapatas metálicas reforçadas. Esse material não é apenas um símbolo; é a estrutura real e durável que já está em nossa posse, pronta para sustentar a laje do futuro observatório. O projeto não foi abandonado: ele foi replanejado para ser mais eficiente e "pé no chão".
O que há de novo nesta fase?
Enquanto o país passava por momentos incertos, não ficamos parados. Investimos recursos próprios, técnica e mão de obra para garantir que o observatório seja autossustentável:
Ciência ao Alcance de Todos
Embora construído em espaço particular, este projeto pertence em toda a sua finalidade dedicada à A.A.P. (fundada em 1985) e ao seu projeto A.S.A.T. – Astronomia Sim, ao Alcance de Todos no qual atua há décadas levando a ciência de forma gratuita em praças e escolas públicas em diversas cidades do interior de Pernambuco e Paraíba.
Este observatório nasce para:
Transparência e Compromisso
Nossa meta agora é dividida em etapas claras e executáveis. Cada contribuição é um passo real em uma construção feita com responsabilidade. A astronomia nos ensina que grandes descobertas exigem paciência e persistência.
Com as ferragens que já conquistamos e a tecnologia solar que já construímos, convidamos você a fazer parte desta história.
Ajude-nos a transformar o ferro que já temos no teto que abrirá as portas do universo para todos!
Assista ao vídeo com fotos do nosso material já comprado aqui:
https://drive.google.com/file/d/1fg0aaQXegUV6HK4MnHBiIk-esLJuLKVY/view?usp=sharing
RECONHECIMENTO NACIONAL E INTERNACIONAL DA A.A.P.
É com orgulho que compartilho que a Associação Astronômica de Pernambuco (A.A.P.) foi selecionada para integrar a pesquisa nacional coordenada pelo Ibict e pelo INCT de Ciência Cidadã.
Segundo o IBICT, o objetivo é "mapear concepções, práticas e métodos adotados por iniciativas que contribuem para o reconhecimento e o fortalecimento da ciência cidadã no cenário científico e social do país".
Estar entre os líderes mapeados confirma que meus 40 anos de dedicação às ciências, somados ao trabalho técnico de pesquisa inédito no Mundo — reconhecido globalmente aqui: https://scistarter.org/vlf-monitoring-of-electromagnetic-effects-on-urucu — são peças fundamentais na ciência brasileira.
Esse reconhecimento reforça a urgência de concluirmos nossas metas e nossa sede física para proteger este legado:
👉 Contribua aqui: https://www.vakinha.com.br/5889797