
Gente, cá estou.
Seguro-desemprrego acabou, aquela empresa não me pagou a verba rescisória (saí em 06/2022 e até 01/2023 nem sequer fui chamada para assinar o termo de rescisão).
Dezembro e janeiro foram meses de muitas tentativas de recolocação no mercado de trabalho. Registrei tudo no Instagram.
Retomei a venda de café na rua, mas, gente, além da minha inabilidade para vendedora autônoma, a concorrência é extrema: Brasil Pós-Golpe de 2016.
Minha irmã, uma tia paterna e um tio materno, além de dez (eu disse 10!) amigas e amigos já me ajudaram com quantias variadas ao longo deste meu período de infortúnio (sei que não é maldição, nem nada do mundo espiritual. Somos milhões de brasileiras/os com muitas dificuldades, é política e economia, não é Deus).
As pessoas que já me ajudaram têm suas próprias despesas, não devo importuná-las mais. Por isso, está vaquinha no VAKINHA. Irei ocultar este story da minha irmã. Ela sofre muito e é uma dádiva divina em minha vida. Minha irmã é mãe de um garotinho de 6 anos. Ela já me manteve durante toda a escrita da minha tese de doutorado (quase 2 anos). Devo tentar poupar minha irmã.
O meu aluguel, que vence dia 10, custa R$600, água e luz custam geralmente R$ 100. Pensei em R$ 100 para ração e areia da Leila e da Raspinha.
E no próximo mês? Gente, sou OBRIGADA a ter esperança de conquistar um emprego enquanto continuo tentando. Sobre a venda de café… insistirem, quem sabe me torne uma vendedora ambulante com lábia irresistível? HAHAHAHA
Gente, por enquanto, é isso.
P.S.: relevem erros de ortografia e/ou pontuação e outros. Escrevi num fluxo.