
Me chamo Elga e tenho duas filhas de 15 e 13
Estou desempregada atualmente e sem renda suficiente pra conseguir pagar advogados e não consegui me enquadrar nos critérios pra o atendimento de um Defensor público.
Meu ex marido está me processando, pedindo a guarda unilateral de nossas filhas.
Tive uma crise de Depressão fortíssima e em 08 agosto de 2022, passei muito mal.Os avós levaram minhas filhas e o pai veio de Curitiba pra ficar com elas. E desde então ele não as deixou voltarem a morarem comigo, Dizendo que seria até eu estar melhor. Voltei a me tratar, imediatamente com médico e terapia com a psicóloga que me atendia desde 2016.
Eu estava sem tratamento por estar desempregada e meu ex marido parou de me ajudar (desde que se casou, em 2021,) com algumas despesas que ele havia assumido desde a separação, mas não constava no nosso termo de divórcio. Acreditei na sua palavra pois sempre foi um ótimo homem e excelei pai. Minhas despesas só aumentaram.
Desde setembro me encontro em condições pra voltar a cuidar das minhas filhas. E tenho os laudos desses profissionais confirmando que estou em plena condições, e venho pedindo que ele as deixe voltar. Elas querem voltar mas sentem mal por desacatar a vontade do pai e decepciona-lo.
E agora meu ex marido está me processando, alegando que sou incapaz de cuidar das nossas filhas.
Elas estão comigo desde nossa separação em 2015 sendo que trato minha depressão desde 2002, antes mesmo de me casar. E sempre fui uma ótima mãe, carinhosa, dedicada, presente. Sempre preservei nossa privacidade e convivência em família, nunca levei namorado algum, pra conviver com elas e minha prioridade sempre foi cuidar do bem estar emocional.No momento que mais precisei de apoio ele tirou minhas filhas e quer me afastar de 2 adolescentes que estão na fase que mais precisam da mãe por perto, e não serem criadas por avós.