
Você que conhece sabe quem é a Dani e o que ela está passando e desde já agradecemos pelas suas orações e ajuda; mas para quem está acessando pela primeira vez, peço encarecidamente que leia até o fim! A Dani (Daniele Garcia Alves) é minha primeira filha, nasceu em 1984 no Rio de Janeiro. Menina esperta, inteligente e dedicada; cresceu sempre muito esforçada e temente a Deus. Quem a conhece sabe da sua maneira de encarar sempre positivamente a vida. Constituiu família e dessa união deu origem a duas lindas crianças, meus netinhos Luiz Felipe (3 anos) e Rafael Levi.(11 meses) Ocorre que na vida nem tudo são flores e, pelas circunstancias de mercado, agravada pelas crises e pandemias ela e seu companheiro perderam o emprego, infelizmente as contas e dívidas chegaram e tiveram que recomeçar do zero. Tudo começava a se ajeitar quando por um erro ou falta de atenção dos médicos que lhe faziam o acompanhamento antes, durante e após a última gestação, não atentaram as constantes reclamações do empedramento do leite em seus seios e a constante recusa do bebe em mamar. Falaram que era normal empedrar pois ela gerava muito leite e outras coisas desse tipo sem nunca chegarem a um diagnóstico mais aprofundado apesar dela sempre reclamar e sentir dores frequentemente. Como o bebe se recusava a mamar no peito e, decidido a alimentação com as formulas lácteas, esperava-se a redução e parada na produção do leite materno revertendo assim o empedramento, tamanho e dores. Infelizmente os dias e meses se passaram e nada diminuía. Cansada dessa rotina insana resolveu pedir ajuda e, conseguimos através de amigos uma consulta com uma Doutora especializada e, após a realização de diversos exames laboratoriais, tomografia e mamografia, veio a pior notícia possível, qual seja: Câncer nas mamas em estágio avançado com comprometimento dos pulmões, fígado e possível metástase na bacia. Imediatamente família, amigos e até pessoas nem tão próximas se mobilizaram em uma corrente para tentarmos conseguir um tratamento eficaz e com início imediato. Conseguimos a inscrição dela no CROSS mas como sempre sem perspectiva de atendimento imediato pela extensa lista o que, até hoje (27/06/2022) não aconteceu. Por uma graça divina, após quase um mês do diagnóstico, conseguimos através da prefeitura de nossa cidade (Osasco/SP) um encaminhamento para atendimento através de um convênio oncológico com o Hospital São Cristóvão em São Paulo. Momento misto de apreensão, alívio e preocupação. O médico responsável pelo tratamento pediu novos exames e, foi confirmado o câncer em todas as suas extensões listadas anteriormente e, posicionado que apesar da agressividade ele responderia positivamente ao tratamento com um quimioterápico que existe atualmente desde que o fígado dela tivesse pelo menos 30% de funcionalidade. Tudo parecendo estar dando certo, mas quando recebido o resultado dos marcadores os resultados do fígado estavam totalmente fora dos padrões não possibilitando o cálculo com precisão do %. O que fazer? O médico, com certeza inspirado por Deus, nos acalmou e, tomou a decisão de aplicar 50% do quimioterápico em doses diluídas semanais, sendo necessário, antes de cada dose, a realização de exames para avalição dos marcadores para avaliar como estaria reagindo o fígado. Iniciado o tratamento e, com a impossibilidade de internação, familiares e amigos estão, dentro do possível, ajudando com as despesas acessórias que o tratamento exige todavia, existe todo um custo extra no tratamento e no suporte; alimentar, suplementos, outros medicamentos, vitaminas, etc... que precisam ser aplicados para evitar rejeições a quimioterapia, que não podem parar e que se avolumam gerando hoje uma dívida em um montante superior a R$50.000 Como o tratamento não é uma ciência exata; o médico nos informou que ele levará no mínimo de 6 meses podendo ultrapassar a 2 anos pois dependerá muito do organismo dela e, depois do remédio fazer efeito, será necessário, pelo menos cirurgias para retirada das mamas, reconstituição mamaria e, retirada da vesícula pois também foram identificados pólipos na mesma e, esses custos não estão dentro do convenio da prefeitura.
Em razão de tudo o que foi declarado e explicado acima é que, com muita dor no coração, nos vemos obrigados a recorrer a essa campanha pois nos falta folego financeiro para tantas necessidades que a VIDA DA DANI exige!, Rogamos pela sua ajuda por esta filha amada e querida pela qual estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance, mas que infelizmente contra a nossa vontade não temos como pagar tudo o que se faz necessário para lhe dar o atendimento médico necessário e urgente que a sua saúde, a sua VIDA pedem e tanto precisam neste momento crítico e difícil pelo qual ela passa.
Que Deus abençoe e dê em dobro a cada pessoa que possa ajudar a Dani.
Nosso maior e eterno MUITO OBRIGADO!!!