
A esposa do Prof. Maurício dos Santos, um dos líderes do Instituto Nossa Senhora de Fátima (Parnaíba-PI), a técnica de enfermagem Maria da Conceição Barros foi colocada sob licença não remunerada do emprego que mantinha há 12 anos no Hospital Estadual Dirceu Arco Verde, no Piauí por se recusar à tomar as vacinas experimentais do Covid-19.Portadora de escoliose congênita, Maria está grávida de 5 meses e teve seu Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência suspenso em Maio. A chance de voltar a recebê-lo é mínima, pela ausência do passaporte sanitário. Sem o passaporte, ela será exonerada do cargo pelo "gravíssimo ato" de não se vacinar.O parto será de risco, por conta da escoliose, mas essa mãe Católica, não terá direito a dar à luz em um Hospital público (por não estar vacinada)! Assim o casal precisa reunir mais de R$ 20.000,00 para pagar um Hospital Particular em Teresina, Piauí, além das despesas de deslocamento e estadia. Uma pressão desumana contra essa família!