
Me chamo Beatriz, moro em Lages, SC. Sou mãe de 3 filhos, sendo um deles o Raphael que tem 40 anos.
O Raphael quando tinha 11 anos foi diagnosticado com Esclerodermia sistêmica. Uma doença autoimune, muito rara e sem tratamento. Consultamos vários médicos em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo e saíamos do consultório com a mesma resposta: “Não tem cura” e “Não tem remédio”.
As consequências que a doença trouxe para meu filho foram: atrofia no pé e perna esquerda, encurtamento da perna esquerda, perda muscular, a doença atingiu também o esôfago, formando lesões e fazendo com que ele tenha dificuldade para engolir os alimentos.
Com as atrofias vieram as dores crônicas, que foram tratadas inicialmente com analgésicos e anti-inflamatórios. Porém, devido a gravidade da doença que sempre trouxeram dores intensas, o tratamento paliativo começou a ser feito com Mytedon (trata-se de um opióide consideravelmente mais forte que a Morfina) há 16 anos.
Atualmente toma 60 comprimidos de Mytedon por dia (Sim, 60! Temos a declaração médica comprovando).
Na última consulta médica, foi recomendado fazer uma cirurgia para implantar uma bomba de Morfina na medula espinhal, para que liberasse aos poucos a medicação dando assim uma melhor qualidade de vida para meu filho, pois desta forma não precisaria mais tomar os comprimidos de Mytedon, diminuindo assim a quantidade da medicação e seus efeitos colaterais.
Peço encarecidamente a ajuda de quem puder colaborar, com qualquer quantia, pois meu filho é aposentado por invalidez com 1 salário mínimo.
Agradeço a ajuda de todos e que Deus abençoe a cada um de vocês.
Beatriz Della Costa