
Queridos amigos,
Vocês que me acompanham já sabem que eu tenho um compromisso para comigo de, uma vez por ano, fazer o possível para mudar positivamente a vida de alguém.
Ainda esse mês eu mencionei que estava procurando uma causa social para “ajudar” com mais afinco em 2022, mas que ainda não havia encontrado.
Deus, no entanto, é tão onipresente que pouco tempo depois fez chegar uma história até mim, a qual agora gostaria de compartilhar com vocês e, mais uma vez, pedir a contribuição de cada um.
Eu e minha família conhecemos o Murilo e a esposa dele, Shirley, há alguns anos… Eles são motivo de festa porque marcam o momento mais feliz do ano para nós: as férias de verão.
É durante o veraneio que passamos os fins de semana na Penha, na Ilha de Itaparica, e vivemos, juntos, os momentos mais deliciosos em família aproveitando o sol em uma das praias mais gostosas da Bahia.

Murilo e Shirley trazem alegria, sobretudo, para meus seis sobrinhos, porque vendem algumas das coisas que mais gostam: picolés, das mais diversas cores e sabores, mas com uma característica única, sempre deliciosos.
Os dois ficaram conhecidos na área como o “Picolé do Casal” e assim seguiram, ano após ano, conquistando uma clientela fiel que disputa as unidades de “morango com chocolate”, “açaí”, “umbu”, “cajá” e outros tantos tipos que ficam armazenados no inconfundível carrinho roxo.
Depois do término de mais um verão, o de 2022, nos despedimos do nosso querido “Casal” com a certeza de que nos encontraríamos novamente só em 2023.
Não foi isso, todavia, que aconteceu… Para minha tristeza, hoje me deparei com um pedido de ajuda do Murilo por WhatsApp; uma vizinha compartilhou a notícia de que ele havia recentemente descoberto um câncer na glândula salivária (tumor de Warthin) e que gastou a maior parte das suas poucas economias para fazer exames e custear alimentação e transporte.
Fiquei comovida.
Não só por saber que ele, junto com a mulher, conformam duas das pessoas mais trabalhadoras que já vi, andando incessantemente, sol após sol, nas areias quentes de Vera Cruz, mas por conversar com ele e ouvir que a situação era delicada demais para sobreviverem sem auxílio.
Dois dos clientes fiéis do “Casal”, médicos, reconheceram alterações no rosto do Murilo e possibilitaram que ele fizesse, por meio da rede pública, alguns dos exames que chegaram no diagnóstico tumoral.



Diante da crise econômica, ele não teve condições de arcar com o INSS e, por isso, conseguir um auxílio-doença; o “Casal”, ainda, chegou a alugar um pequeno espaço físico para vender picolés, mas precisaram devolver durante a pandemia.

E agora o Murilo precisa de regulação para iniciar seu tratamento via SUS e de recursos mínimos para se manter junto com a família.
A verdade é que, sem renda certa, com uma enfermidade grave e altos custos, o Murilo (e, por consequência, a Shirley) precisam que nós lhes estendamos as mãos e eu aproveito a oportunidade que eles me deram de ser um instrumento de solidariedade para pedir que você os ajude também, da forma que for, com qualquer coisa que lhe seja possível no momento (qualquer quantia em dinheiro, alimentos, medicamentos, exames, regulação médica, divulgação…).
Saibam que a dignidade do Murilo é tão viva que, ao clamar por auxílio, fez questão de ressaltar que era um adiantamento dos picolés do verão… É, mesmo, de emocionar.
Amigos, é dando as mãos que fazemos o impossível; durante dois anos eu fui testemunha disso e nada impede que, com tanta gente boa que me ronda, que eu seja mais uma vez.
Então, se você leu este relato até aqui, por-favor, faz uma doação para o Murilo ou compartilha esta mensagem também?
Obrigada!
Atenciosamente,
Tycia de Albuquerque Cardoso Barros
Relembro, mais uma vez, que todos os recursos a serem arrecadados com a vaquinha serão integralmente destinados ao Murilo, apenas descontadas as taxas operacionais do site Vakinha.com.
Ao final, me comprometo, como sempre, a prestar contas via e-mail.
Caso prefiram, a chave PIX 57686700500 já envia as eventuais doações diretamente para a conta de Murilo Acácio Almeida dos Santos e tem o benefício de não abater nenhuma taxa.