
Olá, eu sou o Bowlby, o cão simpático.
Eu tenho 6 anos e desde pequeno venho dando algumas surpresas para meus papais humanos. Aos 4 anos, iniciaram as crises epiléticas, e fui diagnosticado com epilepsia idiopática, quando iniciei tratamento medicamentoso com o fenobarbital. 2 meses após o diagnóstico vivenciei minha primeira internação e o que era para ter sido um dia para estabilizar, foram quatro dias longe de casa. O retorno trouxe consigo mais um medicamento, o brometo de potássio, pois segundo os "Vet" (meus parça), eu seria um cãozinho que não iria conseguir ficar estável somente como o feno, como a gente chama aqui em casa.
Aos 5, descobrimos muitas situações inusitadas, sério mesmo. Aquela vida calma e pacata que viviamos, nossos passeios aos parques, tudo foi ficando de lado aos poucos. Surgiram dermatites, otites, problemas gástricos e um diagnóstico de artrose, em fase inicial, que dificultava bastante nossos rolês. Foi quando conhecemos a tia Ellen, que cuida da minha parte ortopédica e também neurológica.
Foi no mês de maio, quando fiz 6 anos, que as coisas começaram a ficar sérias. Depois de dois anos sem crise, tentamos suprimir o brometo de potássio, com orientação para uma monoterapia e redução de efeitos colaterais no meu corpinho lindo. Mas, as coisas não saíram como a gente desejava e eu voltei a apresentar crises epiléticas.
Foi quando vivenciei a minha 3ª internação (a segunda, foi de demandas gástricas). Lá se foram mais quatro dias internado, para ficar forte para voltar para casa. Voltou comigo o brometo de potássio e o levetiracetan.
Tentamos retirar o “levi” em junho e as crises voltaram, então ele passou a fazer parte da nossa rotina. Os demais, que trago das internações, fomos tirando aos poucos. Só as planilhas de horários da minha mãe para dar conta de tanto remédio.
Foi quando iniciamos nossa trajetória aqui com vocês! E toda ajuda que chega por aqui ou via pix, tem ajudado muito a gente a persistir em meio a tantos desafios. Todo apoio nos ajuda demais.
Em agosto eu adoeci de novo, as crise voltaram mais fortes e persistentes. Foi quando chegou a 4ª internação da minha história, outros 3 dias internado, muitas outras medicações, fitoterápicos e terapias integrativas entraram na nossa rotina. Mas, eu continuo piorando. Já não caminho com vitalidade e caio muito por ai, na mesma proporção em que ganho colo dos meus pais, que não desistem de mim.
Nessa última internação, a tia Ellen, nos orientou que devido a evolução do quadro e ao surgimento de novos sintomas, que seria importante avaliarmos a possibilidade de doenças inflamatórias, infecciosas e outras, que podem ser a origem também, do quadro de epilepsia.
Até aí, tudo certo, estávamos organizando as finanças aqui em casa para programar tudo isso. Mas, na última quinta 28 de setembro, passei a apresentar sinais de desconforto e fui aos poucos perdendo minha mobilidade e condições de caminhar, urinar e defecar. Precisei de novas medicações, mas nada parece fazer efeito.
Então a coisa está bem séria, e vamos precisar antecipar nossos planos. Estou precisando desses cuidados agora e por isso preciso mais uma vez da sua ajuda!
Estamos pedindo apoio para realizar os exames de urina, devido infecção na bexiga, o exame do liqour e uma consulta pré-operátoria. Qualquer valor que possa doar já será muito bem-vindo!
Então, se puder, nos ajude!
(Aceitamos apoios com a compra de medicações e apadrinhamentos veterinários. Entre em contato com a gente pelo perfil que criamos a pouco @ocaosimpatico.bowlby, no Instagram).
Com carinho e muitas lambidas, Bowlby.