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Ajude-nos a Casar - Renata e Antônio

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Somos Padrinhos da Renata e do Toni e pedimos licença para relatar como surgiu a idéia  da Vakinha. Esse casal enfrentou muitas coisas para chegar até aqui e o que mais nos tocou, foi o motivo pelo qual eles decidiram adiantar o casamento. A mãe de Renata sofre por graves problemas de saúde e em um momento de diálogo entre as duas, ela disse à Renata que, caso ela quisesse sua mãe presente no casamento, era pra ela adiantar o casamento, pois ela não sabia se aguentava muito viva. Isso obviamente abalou muito o casal, que prontamente atendeu o pedido da mãe de Renata. Mas eles passam por dificuldades financeiras no momento, Toni é um motorista de aplicativo que tem sofrido com as condições climáticas de Belo Horizonte. Decidimos então, pedir ajuda aos irmãos,  para que esse Matrimônio seja selado. Qualquer quantia é válida e os compartilhamentos também.  Deus vos recompense. a

NOSSA HISTÓRIA: Até meados de 2018, ainda não sabíamos da existência um do outro. Renata estava no início de um processo de conversão e amadurecimento espiritual, que começou a partir de uma pregação do Anderson Reis sobre o inferno, na Comunidade Gospa Mira, e eu, Antonio Carlos, querendo me conhecer melhor, para entender de forma mais ampla, qual é a Vontade de Deus em minha vida, apesar de nunca ter tido dúvidas sobre minha vocação (o Matrimônio). Nessa época, ela estava em um relacionamento, que, com toda certeza, não era abençoado por Deus, já que vivia coisas efêmeras e mundanas. Assim como ela, eu também já vivi coisas parecidas em relacionamentos que não levavam a absolutamente nada. Tudo o que vivíamos, não saciava nossos anseios, e por conta disso, tínhamos um conhecimento muito raso e superficial de Deus. Comecei a me aprofundar mais quando conheci o Apostolado Cavaleiros da Imaculada. Em um dos retiros desse Apostolado eu gravei todas as pregações, para ouvir novamente depois. Nessa constante busca pelo conhecimento e aprofundamento de nossa Fé Católica, ingressei em um grupo de formação no WhatsApp. Certo dia eu comentei nesse grupo a respeito do retiro que participei, e falei que caso alguém tivesse interesse, que entrasse em contato comigo. Várias pessoas se interessaram, então eu enviei as pregações a elas. Renata foi uma das pessoas que ouviram e me agradeceu por ter compartilhado. Mal sabíamos que esse foi o começo de uma linda história de amor. Algum tempo depois, a Renata postou no Status dela no WhatsApp uma foto da Igreja São José, da cidade dela (Belo Horizonte-MG). Quando eu visualizei, logo comentei: "Nossa, que Igreja linda!". A partir daí, começamos a conversar com maior intensidade e frequência, quase que durante todo o dia. Nessa época, ela ainda estava no relacionamento anterior, mas já bem insatisfeita, e com muita dificuldade para por fim no mesmo. Foi então que eu disse a ela a seguinte frase: "É melhor um final horrível do que um horror sem fim"! Também dois padres antes de mim falaram a mesma coisa com outras palavras, além de vários amigos e os pais dela. Dias depois finalmente ela tomou coragem e terminou esse "relacionamento". Nesse período, a amizade entre ela e eu, crescia cada vez mais. Aos poucos fomos descobrindo muitas semelhanças entre a gente, como o mesmo gosto musical, maneira de pensar, além da sede de conhecimento da Doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, e muito mais. Cerca de 3 meses depois, um casal de amigos me chamou para buscar uma "tia" deles na rodoviária, que teoricamente viajaria do Rio de Janeiro-RJ para passar uns dias em Campinas-SP, (minha cidade natal). Lembro-me de ter trabalhado a noite toda, pois geralmente nas vésperas de feriado e finais de semana eu trabalhava durante a noite, pois o movimento em Campinas-SP era maior e o trânsito fluía melhor. (Sim morávamos a 600 km de distância um do outro), principal motivo pelo qual, namorávamos por vídeo-chamada na maior parte do tempo. Fazíamos de tudo juntos, desde acordar um ao outro, comer, rezar o Santo Terço e outras orações diárias, e até mesmo assistir filmes, o que era bem difícil de sincronizar, já que chamadas de vídeo tem um "delay" (atraso). Imaginem qual não foi a minha surpresa, quando, na manhã do dia 15 de novembro cheguei na rodoviária e vi que a suposta tia desse casal de amigos, era ninguém menos do que a Renata, que combinou com eles (o casal) de ir pra Campinas-SP sem me avisar. Ainda não tínhamos nos conhecido pessoalmente, apenas por vídeo. Até hoje não sei explicar com palavras qual foi a minha reação ao vê-la pela primeira vez, diante dos meus olhos, a um abraço de distância e sem estarmos separados pelas telas dos smartphones. Já estava combinado entre ela e o casal de amigos que eu a levaria diretamente para a casa deles para tomarmos café, pois ela viajou a noite toda, e eles prepararam uma calorosa recepção, mas pelo horário, o primeiro lugar que fomos, ainda com as malas dela no carro, foi a Santa Missa, na Igreja São José, que assim como na de BH, tem uma das mais belas e encantadoras arquiteturas religiosas. Por falar em religiosos, foi nessa Missa que apresentei a ela alguns Frades Franciscanos da Toca de Assis, fraternidade pela qual eu tenho um grande apreço. Renata ficou apenas 4 dias em Campinas-SP, que pareceram apenas alguns segundos, de tão rápido e intenso que foi esse encontro. No dia 16, oficializamos o relacionamento (Fecho os olhos e me recordo, como se estivesse revivendo aquele mesmo momento naquela sacada, com aquela noite toda estrelada, Renata toda emocionada (e eu também, claro!). Nossos olhos brilhavam tanto, que podíamos ver o próprio reflexo nos olhos um do outro. Sem sombra de dúvidas foi o melhor momento de nossas vidas, até hoje. Ao término desses 4 dias, a despedida foi bem difícil, pois não tínhamos nem ideia de quando é que íamos nos encontrar novamente. Nos vimos pessoalmente outra vez, somente no carnaval de 2019, quando ela retornou a Campinas-SP, já que eu ainda não tinha condições de vir para Belo Horizonte MG. Em agosto de 2019, ela viajou com os pais dela para Aparecida do Norte de ônibus, e eu fui de carro para encontrá-la e conhecer os pais dela. Porém, no meio do caminho tive um imprevisto com o carro, que superaqueceu o motor, faltando cerca de 40 minutos pra chegar. Como eu trabalhava com carro alugado, tive que chamar um guincho pra levar o carro pra Campinas-SP, e continuar a viagem com um veículo de aplicativo. O plano era encontrar com eles, visitar o Santuário Nacional, e depois de alguns dias, levá-los todos a Campinas-SP, para que os pais da Renata conhecessem os meus pais. Mas, por conta desse imprevisto com o carro, os pais dela optaram por voltar para BH, pois já têm idade avançada, e viajar de ônibus pra Campinas, e depois retornar para BH, seria muito cansativo e financeiramente inviável. Renata estava de férias e ficou comigo em Campinas-SP por quase 20 dias, que foi o tempo que demorou para o carro ficar pronto do conserto. Viemos para Belo Horizonte MG, e finalmente eu pude conhecer essa cidade linda. Gostei tanto, que não quis mais voltar pra minha cidade natal. No dia 16 de novembro, em comemoração ao nosso primeiro ano de namoro, fomos para o Cenáculo Mariano com as freiras da Toca de Assis. Aproveitei essa grande oportunidade diante de Jesus Eucarístico e pedi a Renata em casamento. Agora já não sei dizer qual foi o melhor dia de nossas vidas, o namoro ou o noivado. Penso que esses dois grandes momentos, só serão superados pelo Sacramento do Matrimônio, que fará com que sejamos uma só carne. E a data que escolhemos para esse belo dia, foi 15 de agosto, dia em que a Igreja celebra a Assunção de Nossa Senhora, já que entregamos nossas vidas a Deus pelas Mãos Dela.

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