
Sinto dores muito fortes na coluna.

Minha vida mudou totalmente desde 16/09/2004.
Afastada do trabalho por depressão e hérnias de disco. Desde lá foram 5 cirurgias na coluna : cervical (com uma prótese ainda), dorsal e lombar.
Desde o princípio foi solicitado que eu tivesse o peso dos seios reduzidos.
Não consegui nem através de convênios médicos e particular.
Tenho outros problemas de saúde acarretado por diversas cirurgias com anestesia geral.
E em 2019 meu corpo se modificou pela menopausa, me colocando na cama. Nessa época através do UBS da cidade de Quadra/SP, fui encaminhada para avaliação da equipe de cirurgia plástica do CHS Sorocaba/SP. Que me disseram estar com fila de atraso e com poucas cirurgias sendo realizadas.
Não disseram em que lugar da fila eu estou ou me examinaram fisicamente.
Passei por uma cirurgia de prolapso retal em setembro de 2021. Retornei ao CHS em janeiro de 2022 me solicitaram exames pré operatório e qdo fui marcar retorno disseram que estou na fila de espera para consulta de retorno. De abril/2022 até julho/2022.
Pedi ajuda do vice prefeito da cidade que moro, ele me disse que iria me encaminhar à uma pessoa para me ajudar, o Marcelo. Ele veio em minha casa ouviu minha história e disse que iria me ajudar. Ele foi ao hospital, conversou e então eles me chamaram. O médico foi ríspido. Ele diz que preciso emagrecer. Eu disse que mudei minha alimentação e ele me disse que ele não morava comigo para saber se realmente eu havia mudado minha alimentação. Voltei chorando pra casa.
Fiz reclamação na ouvidoria do hospital. Marcaram um retorno para setembro de 2022. Fui e o médico repetiu a mesma conversa, somente mais educado. Estipulou um peso máximo, 84 kg. Eu disse me pesa, continuou repetindo que minha cirurgia não é de urgência. Pedi para a enfermeira me pesar, 89 kgs. Ela avisou ao médico que não voltou atrás, me dizendo para chegar no 84 e voltar. Fui marcar retorno e não marcaram. Voltei chorando.
A pessoa que o vice prefeito me disse que iria me ajudar, disse que iria entrar com advogado, porém não entrou mais em contato.
Só saio de casa para médico e é difícil pois é arrumar cadeira de rodas e meu pai precisa empurrar. Para Sorocaba a prefeitura me leva de maca na ambulância, mas lá meu pai me empurra na cadeira de rodas.
Sou divorciada, moro com meus pais com 79 anos de idade e que cuidam de mim. Meu único filho precisa trabalhar.
Tinha 33 anos de idade quando fui afastada do meu trabalho, das tarefas simples de dona de casa. Hoje tenho 51 anos de idade.
Quero pelo menos conseguir ir em minhas consultas de rotina ou não, sem precisar de uma cadeira de rodas e meu pai empurrando. Poder ajudar pelo menos preparando as refeições. Não sentir tantas dores fortes.
A quantia que você puder contribuir será muito bem vinda, Deus te abençoe 🙏🏻