
Somos Gabriela e Dionatan, pais da Lavínia, de 3 anos, e da Lauren, de 1 ano e 4 meses.
Hoje, estamos vivendo um momento que, como pais, jamais imaginamos precisar compartilhar, mas entendemos que precisamos pedir ajuda para conseguir proporcionar às nossas filhas os cuidados que elas precisam.
A Lavínia tem diagnóstico de autismo, é não verbal e também possui estrabismo, hipotonia e epilepsia. Desde bebê, ela também enfrenta problemas relacionados à audição. No ano passado, depois de uma sequência de otites que não melhoravam, descobrimos que a audição dela estava sendo comprometida e foi necessário realizar um procedimento para a colocação de drenos nos ouvidos.
Passado aproximadamente um ano e dois meses, esses drenos caíram e agora ela precisa fazer a recolocação. Para nós, essa não é apenas uma questão relacionada ao ouvido. A audição é muito importante para o desenvolvimento de uma criança, e, no caso da Lavínia, essa preocupação é ainda maior porque ela é autista e não verbal.
Não queremos que uma dificuldade para ouvir acabe trazendo ainda mais prejuízos para o desenvolvimento, para a comunicação e para as possibilidades que ela tem de aprender e evoluir.
A Lauren, nossa caçula, também começou a enfrentar o mesmo problema. Ela vem apresentando otites recorrentes, já precisou tomar dois antibióticos e, mesmo assim, o ouvido continua inflamado e com muita secreção. A audição dela também está sendo comprometida e, conforme a orientação médica, ela precisa realizar o procedimento para a colocação do dreno.
Além de tudo isso, nossa família já possui uma rotina de cuidados e custos contínuos, principalmente com a Lavínia. Por conta do autismo e das demais condições que ela apresenta, temos despesas frequentes com terapias, acompanhamento profissional e medicações. São cuidados que não podem ser interrompidos e que fazem parte da nossa realidade todos os meses. Por isso, neste momento, assumir também o custo das duas cirurgias se tornou algo muito difícil para nós.
É muito difícil para nós, como pais, ver nossas duas filhas passando por isso ao mesmo tempo. Desde o final de julho, as meninas estão em casa, recebendo nossos cuidados. Temos procurado mantê-las protegidas, pois sabemos que quadros virais podem agravar ainda mais a situação dos ouvidos.
Agora, recebemos a notícia de que as duas precisam realizar os procedimentos e nos deparamos com outro desafio: o custo.
Sabemos que a espera pelo SUS é grande e, neste momento, sentimos que não podemos esperar tanto tempo. Principalmente porque estamos falando de duas crianças pequenas e de uma questão que pode interferir diretamente no desenvolvimento delas.
Por isso, decidimos pedir ajuda.
Estamos realizando essa ação através de doações para conseguirmos arrecadar o valor necessário para as duas cirurgias.
Nosso maior desejo é simples: queremos ver nossas meninas bem. Queremos que elas possam ouvir, se desenvolver, brincar, aprender e ter qualidade de vida.
Para nós, cada contribuição representa muito mais do que um valor em dinheiro. Representa esperança. Representa a possibilidade de conseguirmos realizar os procedimentos que elas precisam e seguir cuidando delas da melhor maneira que pudermos.
Por isso, pedimos a quem puder que contribua com qualquer valor. E, para quem não puder contribuir financeiramente, que nos ajude compartilhando a nossa história e fazendo com que ela chegue a mais pessoas.
Toda ajuda é bem-vinda.