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Ajude Kelly e Jeferson

ID: 444860
Conheci Kelly em 2011, nos casamos em outubro (29) deste mesmo ano. Quando a conheci, Kelly já era cadeirante, já havia passado por sete cirurgias grandes, Já não tinha mais a crista ilíaca do lado direito, nem parte do fêmur e nem a pon ver tudo
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Vaquinha criada em: 11/01/2019

Conheci Kelly em 2011, nos casamos em outubro (29) deste mesmo ano.

Quando a conheci, Kelly já era cadeirante, já havia passado por sete cirurgias grandes, Já não tinha mais a crista ilíaca do lado direito, nem parte do fêmur e nem a ponta do sacro, Já usava uma sonda uretral 24 h.

Quando casamos, a Kelly fazia tudo em casa, lavava, passava, cozinhava. Era incrível a força de vontade dela. Porém, um ano depois, o tumor voltou na coluna, e quando foi tirado, tinha 15x13 cm.

Com isso minha esposa ficou 9 meses de cama,  foram 19 pontos na coluna e uma placa com quatro parafusos...eu fui transferido pro período noturno na empresa, pra cuidar da casa e dela de dia. Foi assim até 2015, quando em março perdi o emprego no interior de São Paulo e com isso, fiquei sem a Unimed que tínhamos. Viemos então pra palhoça, por conta te termos o Cepom em Florianópolis, onde ela já conhecia os médicos e já se tratava antes de me conhecer. E assim ficarmos perto da família dela.

Em 2016 o tumor voltou a coluna, e chegou a 17 cm de diâmetro, por cima da placa que havia sido posta anteriormente. Cremos que respondeu a rádio, a proposta médica era diminuí-lo para retirar. O tumor diminuiu, mas não foi retirado. Segundo os médicos, por ele estar em um local de difícil acesso, se torna impossível retirar inteiro, assim, seria expor ela a um sofrimento com mais uma cirurgia que não resolveria o problema, levando em conta que a agresividade desse tipo de câncer é no crescimento rápido. E como ela não tem o osso do quadril, quando ela se senta a coluna fica torta, e as dores sao fortes demais, por que forçam a placa; por isso, passa a maior parte do tempo deitada. E por passar grande parte do tempo assim, acabam se criando escaras que aumentam as dores ainda mais... É muito desgastante e angustiante....

Hoje minha esposa ainda é paciente paliativa do Cepom. Usa 4 adesivos de fentanil de 100mg cada um, nas costas, 400 mg no total. E também 120 mg de morfina por hora, Além de diazepam!

Temos ido quase todas as noites para o Cepom, pois ela sente muita dor, voltamos de lá depois de 4 ou 5 horas e depois dela tomar 8 ampolas de morfina em média, direto na veia.

Trabalho com Uber para poder ter essa flexibilidade para atendê-la, mas está difícil trabalhar na situação que ela se encontra, por conta de todos os afazeres de casa que tenho que realizar.

Por isso estamos com muitas contas atrasadas, inclusive o carro, que é o nosso sustento e é como a levo para o hospital quando precisa.

A Kelly precisa de uma cadeira de rodas com almofada feita por encomenda, ela preenche o espaço do lado onde não tem o osso, assim ameniza a dor na coluna. Com esta cadeira ela pode passar menos tempo deitada, isso trará um alivio muito grande. Porém, por ter partes que são feitas sob medida, custa muito caro.

Precisamos da ajuda de vocês para que eu consiga continuar ajudando a Kelly, e dar para ela dias mais confortáveis.

Minha esposa deseja demais viver e eu quero muito que esse desejo se realize!

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