Ajude Jadallah a recomeçar

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Ajude Jadallah a recomeçar
Al Janiah
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Imagine ter de fugir de seu país por conta de uma guerra e deixar tudo para trás. Imagine chegar em um novo lugar, com uma língua estranha, trabalhar em todo tipo de emprego e ir juntando todas as economias possíveis por anos para abrir um negócio próprio. Imagine a felicidade de quando esse dia chega e você abre as portas.

Mas, agora, imagine que logo depois, tiram tudo de você. Foi isso que aconteceu com os sócios Jadallah, Yara e Yadel.

Refugiados da guerra síria, decidiram abrir um restaurante juntos no centro de São Paulo, mas poucos dias depois da abertura, foram removidos brutalmente pela Prefeitura e Guarda Civil Metropolitana, que apreendeu todos seus equipamentos, materiais e bens.

Sem saber que o imóvel alugado pertencia à Prefeitura de São Paulo e que caíram em um golpe de estelionato, perderam tudo na ação do governo.

Eles gastaram cerca de 40 mil reais para montar o pequeno empreendimento – entre economias próprias, empréstimos e ajuda de familiares e amigos. Ficaram 45 dias reformando o espaço que estava totalmente sujo e deteriorado para oferecer algo melhor a seus futuros clientes.

No dia da inauguração, representantes da Prefeitura chegaram ao local para entregar uma notificação judicial dizendo que tinham 15 dias para abandonar o imóvel. Mas, Jade, Yara e Yadel não entenderam do que se tratava; acharam que era um procedimento burocrático comum por terem aberto o estabelecimento.

Só compreenderam do que se tratava nessa segunda (16/7) quando representantes da prefeitura e da GCM arrombaram o empreendimento, apreenderam todos seus bens e lacraram o espaço. Sem entender o que acontecia, Jadallah tentou conversar com a equipe, mas foi brutalmente espancado e enforcado - como mostra o vídeo que viralizou nas redes sociais.

Os sócios foram enganados pelo antigo ocupante do imóvel, que residia lá e mantinha um brechó de roupas há pelo menos 3 anos. O ocupante acabou alugando o espaço para Jadallah, que, ingenuamente, aceitou sem saber que era do município. Afinal, eles fizeram um contrato, assinado no cartório e com firma reconhecida; nunca poderiam imaginar que eram vítimas de estelionato com um bem público.

Agora, sem saber por onde recomeçar, como recuperar o dinheiro gasto, pagar os empréstimos feitos, Yara, Yadel e Jadallah sentem que suas vidas desmoronaram. E repetem incessantemente que são pessoas honestas que apenas querem trabalhar.

Ajude-os a recuperar pelo menos uma parte do dinheiro investido para que consigam abrir um novo estabelecimento.

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